Uma empresa deseja disponibilizar um serviço de e-mail; para tanto, uma das etapas necessárias será registrar, no serviço DNS, o servidor que receberá os e-mails. Nessa situação, deverá ser adicionado ao DNS um registro do tipo
- A)A.
Errada, porque o registro A associa um nome de domínio a um endereço IPv4, não a um servidor de e-mail.
- B)NS.
Errada, porque o NS indica quais servidores são responsáveis pela zona DNS, e não o servidor de recebimento de e-mails.
- C)MX.
Certa, porque o MX identifica o servidor que recebe e-mails destinados a um domínio, sendo o registro apropriado para esse caso.
- D)PTR.
Errada, porque o PTR é usado para resolução reversa, convertendo IP em nome, e não para configurar correio eletrônico.
- E)AAAA.
Errada, porque o AAAA associa um nome de domínio a um endereço IPv6, sem relação direta com servidor de e-mail.
Gabarito: C
Quando você quer colocar um serviço de e-mail no ar, o DNS precisa saber qual servidor vai receber as mensagens daquele domínio. É aí que entra o registro MX, de Mail Exchanger: ele aponta para o servidor responsável por receber e encaminhar e-mails para aquele domínio. Em termos simples, é como deixar na porta o aviso de "entregue as cartas aqui". O DNS não serve só para transformar nome em IP. Ele também guarda informações específicas de serviços, e o MX é exatamente o registro usado para e-mail. Além de indicar o servidor, ele pode ter prioridade, permitindo que o domínio tenha mais de um servidor de correio com ordem de preferência. A lógica da questão é bem direta: se a empresa quer disponibilizar um serviço de e-mail e registrar o servidor que vai recebê-los no DNS, o tipo de registro adequado é o MX. Esse é o comportamento padrão ensinado em redes e cobrado com frequência em provas de banca como o CEBRASPE. Se você lembrar da função de cada tipo, fica fácil: A para endereço, NS para servidor de nomes, PTR para reverso e AAAA para IPv6. Aqui, como o foco é correio eletrônico, o DNS precisa de um registro de e-mail, não de navegação nem de reversão.