Quando um computador solicita ao servidor DNS que informe o nome que está associado a um endereço IP, esse tipo de resolução está associada a um registro de recurso do tipo
- A)A.
Errada: o registro A aponta um nome de host para um endereço IPv4, e não faz a resolução reversa pedida no enunciado.
- B)CNAME.
Errada: CNAME serve para criar um alias de nome para outro nome canônico, não para descobrir nome a partir de IP.
- C)SRV>
Errada: SRV identifica serviços e suas localizações, mas não é o registro usado para resolução reversa de endereço IP.
- D)PTR.
Certa: PTR é o registro usado na consulta reversa, ligando um endereço IP ao nome de host correspondente.
Gabarito: D
Quando o assunto é DNS, vale guardar uma regra prática: alguns registros apontam o nome para o IP, e outros fazem o caminho inverso, do IP para o nome. Aqui, a banca descreveu exatamente a consulta reversa: o computador pede ao DNS que informe qual nome está associado a um endereço IP. Esse tipo de resolução reversa é feito por registro PTR, de "Pointer". Ele é usado em zonas reversas do DNS, normalmente estruturadas com o domínio in-addr.arpa para IPv4 e ip6.arpa para IPv6. Em outras palavras: se o A liga nome -> IP, o PTR faz IP -> nome. Isso explica por que o gabarito é a letra D. A pegadinha é que muita gente vê "endereço IP" e pensa logo em registro A, mas o enunciado pediu o nome associado ao IP, ou seja, a consulta inversa. No mundo do DNS, a direção da pergunta muda tudo. Como apoio doutrinário, a organização dos registros DNS e a função de resolução reversa são temas clássicos da própria padronização da IETF, especialmente nas RFCs 1034 e 1035, que tratam da estrutura e do funcionamento do DNS.