Joana enviou por e-mail para sua supervisora imagens de documentos necessários para o trabalho que desempenha. Sua supervisora, ao verificar a mensagem, reparou que os anexos eram nomeados DOC1.JPG, DOC2.EXE e DOC3.PNG e se recusou a abrir as imagens alegando que o computador de Joana possivelmente estava infectado com vírus. Sobre essa situação, assinale a alternativa correta:
- A)A supervisora provavelmente notou a extensão de um dos anexos, que é comum a arquivos executáveis e pode ser o arquivo contendo o vírus.
Correta, porque a extensão .EXE é típica de arquivo executável e pode esconder malware.
- B)A supervisora reparou a sequência de números nos nomes dos arquivos, o que pode ser indicador de infecção por vírus.
Errada, porque a sequência de números no nome do arquivo não indica infecção por vírus.
- C)A supervisora pode ter percebido que nenhum dos arquivos contém a extensão .TXT, comum a arquivos de imagem.
Errada, porque .TXT não é extensão comum de imagem, e sim de texto.
- D)A supervisora reparou que os anexos não estavam em formato .BAT, que é mais seguro e poderia ser executado sem maiores problemas.
Errada, porque .BAT também é arquivo executável por lote e não é uma opção mais segura.
Gabarito: A
Em segurança da informação, um detalhe simples pode salvar um computador: a extensão do arquivo. Arquivos com extensão .EXE são executáveis, ou seja, podem rodar programas no sistema, e por isso são um alvo clássico para esconder malware. Já arquivos de imagem costumam ter extensões como .JPG, .JPEG ou .PNG. Quando aparece um anexo com nome aparentemente inocente, mas com extensão executável, acende o alerta imediato. Na situação da questão, a supervisora agiu com cautela ao desconfiar de DOC2.EXE. Mesmo que o nome tenha cara de documento ou imagem, a extensão .EXE indica programa executável, e isso pode conter vírus ou outro tipo de código malicioso. Em e-mail, esse tipo de anexo é especialmente perigoso porque pode ser usado para enganar o usuário e induzi-lo a abrir algo que parece seguro. O ponto central aqui é: não basta olhar o nome do arquivo, você precisa olhar sua extensão real. Isso é bastante cobrado em prova porque muitos malwares usam nomes disfarçados, como "foto.jpg.exe", tentando fazer você enxergar só a parte bonitinha do arquivo. Em resumo, a desconfiança da supervisora faz todo sentido técnico. Em linguagem de prova, a alternativa correta é a que identifica a extensão executável como sinal de risco. Não há fundamento legal específico aqui, mas o raciocínio é totalmente alinhado às boas práticas de segurança da informação: atenção a anexos executáveis e verificação cuidadosa antes de abrir arquivos recebidos por e-mail.