O principal objetivo de um software antivírus é
- A)melhorar a velocidade de Internet.
Errada, porque melhorar a velocidade da Internet é função de rede, provedor ou configuração de conexão, não de antivírus.
- B)proteger o sistema contra malwares e ameaças.
Certa, pois o antivírus serve para proteger o sistema contra malwares e outras ameaças digitais.
- C)organizar arquivos em pastas.
Errada, porque organizar arquivos em pastas é tarefa do sistema operacional ou do usuário, não de um antivírus.
- D)melhorar a qualidade de vídeos.
Errada, pois melhorar a qualidade de vídeos é uma função de softwares de edição ou reprodução multimídia.
- E)facilitar a escrita de documentos.
Errada, porque facilitar a escrita de documentos é papel de editores de texto, como processadores de texto.
Gabarito: B
Um software antivírus é aquele "segurança da porta" do computador: ele fica de olho em arquivos, programas e links para identificar comportamentos suspeitos e impedir infecções. Na prática, ele ajuda a detectar, bloquear, colocar em quarentena e remover malwares, como vírus, worms, trojans, ransomware e outros tipos de ameaça. Em prova, sempre desconfie de respostas que tentam empurrar funções de antivírus para áreas que não têm nada a ver com segurança. O gabarito é a letra B porque o objetivo principal do antivírus é proteger o sistema contra malwares e ameaças digitais. Isso inclui tanto a prevenção quanto a detecção e a remoção de códigos maliciosos. Em termos doutrinários de Segurança da Informação, ele atua diretamente sobre a proteção da integridade e da disponibilidade do sistema, além de contribuir para a confidencialidade, ao evitar ações indevidas de programas maliciosos. As outras alternativas misturam antivírus com tarefas de internet, organização de arquivos, multimídia e edição de texto. Nada disso é função típica de antivírus. Se uma questão falar em proteção contra vírus, worms, spyware, phishing, ransomware ou softwares maliciosos em geral, pense no antivírus como a ferramenta mais clássica para esse papel. Na lógica de prova, a banca costuma cobrar o conceito básico e direto: antivírus não acelera a internet, não organiza pastas e não melhora vídeo ou escrita. Ele existe para defender o sistema. Bem menos glamouroso que promessas de propaganda, mas muito mais útil no mundo real.