Um malware é um software malicioso, destinado a atividades como extorsão, espionagem e roubo de dados sensíveis, por exemplo. Nesse sentido, diversas políticas de segurança e proteção de dados são implementadas por empresas e indivíduos para proteção contra vários tipos de ataques cibernéticos. Entre as boas práticas de segurança da informação, encontra-se o(a)
- A)compartilhamento de senhas pessoais e corporativas com outros funcionários, conhecidos ou terceiros.
Errada, porque compartilhar senhas aumenta o risco de acesso indevido e viola a confidencialidade.
- B)instalação de aplicativos não verificados.
Errada, pois instalar aplicativos não verificados pode introduzir malware no dispositivo.
- C)atualização de aplicativos e sistemas com frequência, para incorporar correções contra falhas.
Certa, porque atualizar aplicativos e sistemas corrige falhas de segurança e reduz vulnerabilidades.
- D)realização de downloads em sites não verificados.
Errada, já que downloads em sites não verificados são uma fonte comum de softwares maliciosos.
- E)dispensa do uso de antivírus e firewalls.
Errada, porque antivírus e firewalls são camadas básicas de proteção contra ameaças cibernéticas.
Gabarito: C
Malware é qualquer software criado para causar dano, roubar informação, espionar ou interromper o funcionamento de sistemas. Na prática, a defesa contra esse tipo de ameaça não depende de uma única medida mágica, mas de um conjunto de boas práticas: atualização constante, uso de antivírus e firewall, cautela com downloads e atenção às permissões de aplicativos. É aquele básico que muita gente ignora e depois vira notícia no grupo da empresa. A alternativa correta é a atualização frequente de aplicativos e sistemas, porque muitas falhas de segurança são corrigidas por meio de patches e versões novas. Quando o fabricante identifica uma vulnerabilidade, ele libera uma correção para fechar a porta que o atacante tentaria usar. Se você adia essas atualizações, fica exposto justamente às brechas já conhecidas. Isso é bem alinhado com a doutrina de segurança da informação, que recomenda manter softwares sempre atualizados para reduzir a superfície de ataque. Em termos práticos, é uma das medidas mais eficazes e mais cobradas em prova: sistema desatualizado é convite para invasão. Já as outras opções descrevem comportamentos de risco, não de proteção. A lógica da questão é simples: boa prática é prevenir, reduzir vulnerabilidades e evitar facilitar a ação do malware.