Considere o conjunto de símbolos S a seguir. S = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, A, B, C, D, E, F} Em computação, o conjunto S contém todos os símbolos utilizados no sistema numérico:
- A)octal;
Errada, porque o sistema octal usa apenas os dígitos de 0 a 7, sem letras.
- B)binário;
Errada, porque o sistema binário usa apenas os símbolos 0 e 1.
- C)decimal;
Errada, porque o sistema decimal usa apenas os dígitos de 0 a 9, sem A a F.
- D)hexadecimal;
Certa, porque o conjunto 0 a 9 e A a F corresponde exatamente ao sistema hexadecimal.
- E)sinal-magnitude.
Errada, porque sinal-magnitude é uma forma de representar números com sinal, e não um sistema numérico com esse conjunto de símbolos.
Gabarito: D
O enunciado traz um conjunto de símbolos que vai de 0 a 9 e depois de A a F. Isso é a cara do sistema hexadecimal, que usa 16 símbolos no total. Pense nele como um “algarismo turbinado”: além dos números comuns, ele aproveita seis letras para representar valores depois do 9. Em computação, isso aparece muito porque o hexadecimal conversa bem com o binário. Cada dígito hexadecimal equivale a 4 bits, então ele facilita a leitura de valores longos em binário, como endereços de memória, cores em interfaces e códigos de baixo nível. Ou seja, ele não existe para complicar sua vida, mas para simplificar a vida do computador e, por tabela, a sua. Por isso o gabarito é a letra D. Se o conjunto inclui A, B, C, D, E e F, já dá para descartar decimal, binário e octal sem sofrimento, porque esses sistemas não usam essas letras. O sistema hexadecimal é justamente o sistema posicional de base 16. Em provas, a banca costuma testar a identificação visual do conjunto de símbolos. Então, sempre que aparecer 0-9 e A-F, pense imediatamente em hexadecimal. É um reconhecimento rápido, bem “bateu o olho, matou a questão”.