Considere uma planilha Excel em que as quatro primeiras células da linha 1, da esquerda para a direita, contêm os números 10, 5, 3 e 2, um em cada célula, nessa ordem. Nenhuma outra célula foi preenchida. Assinale a fórmula cujo valor final é 20.
- A)=soma(A1+B2+C3+D4)
Errada, porque soma células diagonais e vazias, e apenas A1 tem valor; as demais contribuem como zero.
- B)=soma(A1+A2 +A3 + A4)
Errada, porque A2, A3 e A4 estão vazias, então o resultado fica só com o valor de A1.
- C)=soma(A1:A4)
Errada, porque o intervalo A1:A4 percorre a coluna A, mas apenas A1 está preenchida.
- D)=soma(A1:D1)
Certa, porque o intervalo A1:D1 reúne 10, 5, 3 e 2, totalizando 20.
- E)=soma(A[1:4])
Errada, porque a referência A[1:4] não é uma sintaxe válida de intervalo no Excel.
Gabarito: D
Nesta questão, o ponto central é entender como o Excel interpreta fórmulas com intervalos e células vazias. Se você tem os valores 10, 5, 3 e 2 em A1, B1, C1 e D1, respectivamente, a soma da linha toda é 20. Simples assim: 10 + 5 + 3 + 2 = 20. A função SOMA aceita intervalos contínuos, e isso é o que a banca quer testar. Quando você escreve SOMA(A1:D1), o Excel pega todas as células de A1 até D1, inclusive as do meio, e soma os números existentes. Aqui, dá exatamente 20. Já as fórmulas que citam células fora dessa faixa ou incluem células vazias não chegam ao resultado esperado. No Excel, células vazias somam como zero, então não “inventam” valores. É um detalhe clássico de prova: a banca gosta de ver se você sabe diferenciar referência isolada de intervalo. Por isso, o gabarito é a alternativa D. Ela é a única que reúne as quatro células preenchidas da linha 1 em um intervalo válido e produz o total pedido.