Joana quer preparar um gráfico no Excel que permita a visualização da evolução conjunta, ao longo dos últimos 12 meses, dos preços da gasolina, do óleo Diesel e do dólar. Entre as opções disponíveis no Excel, assinale um tipo de gráfico que é adequado para esse tipo de análise.
- A)Barras.
Errada, porque gráfico de barras é mais indicado para comparação entre categorias, e não para acompanhar uma evolução temporal contínua.
- B)Colunas.
Errada, porque gráfico de colunas também é mais voltado à comparação de valores entre categorias, embora apareça em séries temporais em alguns casos.
- C)Dispersão.
Errada, porque o gráfico de dispersão serve para analisar relação entre variáveis numéricas, não a evolução mensal de preços.
- D)Linhas.
Certa, porque o gráfico de linhas é o mais adequado para mostrar a evolução conjunta de várias séries ao longo do tempo.
- E)Pizza.
Errada, porque gráfico de pizza mostra partes de um todo em um instante, sem boa leitura de evolução ao longo dos meses.
Gabarito: D
Quando a questão pede para mostrar a evolução de vários itens ao longo do tempo, o Excel costuma responder com um gráfico de linhas. Ele é ótimo para enxergar tendência, sobe e desce, comparação entre séries e comportamento mês a mês sem virar um “mapa do caos”. Neste caso, Joana quer acompanhar, nos últimos 12 meses, três variáveis: gasolina, óleo Diesel e dólar. Como todas variam ao longo do tempo, o gráfico de linhas permite visualizar cada série em uma linha separada e comparar facilmente os movimentos conjuntos. Isso é exatamente o tipo de leitura que esse gráfico foi feito para facilitar. Por isso o gabarito é a letra D. Já os gráficos de barras e colunas são mais usados para comparar valores entre categorias, enquanto dispersão serve para analisar relação entre duas variáveis numéricas. Pizza, coitada, é para partes de um todo em um único momento, não para série histórica. Em Excel e também no Calc, a lógica é parecida: para evolução temporal, prefira linhas; para comparação de categorias, pense em colunas ou barras. A banca gosta muito de testar essa troca de funções, então vale guardar a ideia central: tempo chama linha.