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Informática · FGV · 2021

Questão comentada de Informática

Considere um grande banco comercial cujo domínio na Internet é bancox.com.br. Como é muito popular, há vários fraudadores que enviam mensagens falsas para clientes e não clientes do banco, inventando motivos e pedindo que cliquem num certo link. Alguns desses links são exibidos a seguir. www.atendimento.bancox.br.ouvidoria.com www.bancox.com.br.atendimento.com www.ouvidoria.atendimento.bancox.br www.atendimento.bancox.com.br/dividas Assinale o número de links que poderiam ser links genuinamente ligados ao referido banco.

Gabarito: B

A lógica aqui é simples: em nomes de domínio, o que manda é a parte final do endereço. Para um site ser genuinamente ligado ao banco, o domínio precisa terminar em bancox.com.br, e tudo o que vier antes disso pode ser apenas um subdomínio. Já o que vem depois do domínio principal, em outra posição, não “vira” banco por mágica. É o clássico truque de phishing: o golpista coloca o nome da vítima no começo do link para dar impressão de legitimidade, mas o domínio real pertence a outro site. Vamos olhar os exemplos. Em www.atendimento.bancox.br.ouvidoria.com, o domínio final é ouvidoria.com, então não é do banco. Em www.bancox.com.br.atendimento.com, o final é atendimento.com, então também não é do banco. Já em www.ouvidoria.atendimento.bancox.br, o endereço termina em bancox.br, mas o domínio informado no enunciado é bancox.com.br, então falta o .com. Por fim, www.atendimento.bancox.com.br/dividas termina corretamente em bancox.com.br; o trecho /dividas é só caminho interno da página, não muda o domínio. Então, apenas um link poderia ser genuinamente ligado ao banco. Esse é o tipo de leitura que FGV adora: menos “cara de site bonito” e mais atenção ao sufixo do domínio. Em prova, leia da direita para a esquerda quando o assunto for DNS. O golpe costuma estar exatamente ali, escondido no final.

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