Renata usa o LibreOffice Calc, e tem uma planilha de clientes da sua clínica. Os dados estão dispostos em dez colunas uniformes, com títulos na primeira linha. Não há gráficos ou imagens, pois todas as informações são textuais. Renata precisa preparar esses dados para exportação, pois serão usados em bancos de dados e em outras planilhas. Nesse caso, a opção simples e prática é salvar a planilha no formato
- A)Texto CSV (.csv)
Correta: CSV é o formato mais prático para exportar dados tabulares simples e compatíveis com bancos de dados e outras planilhas.
- B)Modelo de Planilha ODF (.ots)
Errada: OTS é modelo de planilha do LibreOffice, usado como шаблон, não como formato ideal de exportação de dados.
- C)Planilha ODF (.ods)
Errada: ODS é o formato nativo de planilha do LibreOffice, bom para manter a planilha editável, mas não é o mais simples para intercâmbio de dados.
- D)Planilha Office Open XML (.xlsx)
Errada: XLSX é um formato de planilha do Excel, porém mais pesado e voltado à estrutura da planilha, não à exportação textual mais simples.
- E)Documento HTML (.html)
Errada: HTML serve para páginas web e apresentação, não para exportação direta e prática de dados para banco de dados ou planilhas.
Gabarito: A
Quando a ideia é levar uma planilha com dados basicamente textuais para outros sistemas, bancos de dados ou até outras planilhas, o formato mais simples costuma ser o CSV. Ele grava os valores em texto puro, normalmente separados por vírgulas ou outro delimitador, o que facilita muito a leitura por programas diferentes. É aquele formato “sem frescura”: pouca estrutura, muita compatibilidade. No caso do Calc, salvar em CSV é especialmente útil quando a planilha tem colunas uniformes e uma linha de títulos, como no enunciado. Isso permite exportar os registros de forma organizada, sem depender de recursos visuais, fórmulas complexas ou elementos de formatação que não são importantes para a troca de dados. Por isso, o gabarito é a alternativa A. O CSV é o padrão mais prático para intercâmbio de dados tabulares simples, justamente porque quase todo sistema consegue importar esse tipo de arquivo. Já os outros formatos citados são mais voltados a preservar a própria planilha, modelos ou apresentação, e não a exportação “limpa” dos dados. Em provas, pense assim: se a banca fala em texto, tabelas simples, exportação e interoperabilidade, o CSV acena forte. Se fala em preservar edição, fórmulas, layout ou modelo, aí a conversa muda.