Uma definição pura e simples de malware pode ser “programas maliciosos”, ou seja, qualquer programa criado para executar alguma ação por falha de segurança ou em busca dessas falhas. São vários os tipos de malware que podem ser listados. “Programa malware que aparenta realizar alguma tarefa útil, mas que faz algo com consequências negativas.” A informação se refere:
- A)Botnet.
Errada, porque botnet é uma rede de dispositivos infectados controlados remotamente, e não um programa que apenas se disfarça de útil.
- B)Keylogger.
Errada, porque keylogger é voltado a capturar teclas digitadas, geralmente para roubo de senhas e informações, não para se passar por programa legítimo.
- C)Vírus furtivo.
Errada, porque vírus furtivo é o malware que tenta esconder sua presença e dificultar sua detecção, mas a descrição da questão aponta para disfarce de utilidade.
- D)Vírus de macro.
Errada, porque vírus de macro é aquele que se espalha por macros em arquivos de aplicativos como editor de texto ou planilha, e não um software aparentemente útil.
- E)Cavalo de Troia.
Certa, porque Cavalo de Troia é o malware que parece executar uma tarefa legítima, mas oculta uma ação maliciosa.
Gabarito: E
Malware é o nome dado a qualquer software criado para causar dano, explorar falhas ou executar ações sem o consentimento do usuário. Dentro desse universo, existem vários “personagens” bem conhecidos: vírus, worm, spyware, trojan, ransomware e por aí vai. A banca gosta de cobrar a ideia central de cada um, então vale memorizar a função principal de cada tipo. O enunciado descreve um programa que “aparenta realizar alguma tarefa útil, mas que faz algo com consequências negativas”. Isso é a definição clássica de Cavalo de Troia (Trojan). Ele se disfarça de algo legítimo para enganar a vítima, mas ao ser executado abre caminho para ações maliciosas, como roubo de dados, instalação de outros malwares ou acesso remoto indevido. Diferente de vírus e worms, o trojan normalmente depende de a pessoa instalar ou executar o arquivo, acreditando que ele é inofensivo. Em doutrina de segurança da informação, essa é justamente a característica marcante: aparência útil + comportamento nocivo escondido. É o famoso “parece presente, mas vem com surpresa ruim”. Por isso, o gabarito é a letra E. A questão não fala em capturar senhas, nem em se espalhar sozinho, nem em macros de documentos. Ela fala em disfarce e malícia escondida, que é a assinatura do Cavalo de Troia.