Em segurança da informação, a característica que garante que a mensagem é genuína e passível de verificação é a
- A)confidencialidade.
Errada: confidencialidade trata de impedir que pessoas não autorizadas acessem a informação.
- B)integridade.
Errada: integridade diz respeito à preservação da informação, sem alterações indevidas.
- C)disponibilidade.
Errada: disponibilidade é a garantia de acesso à informação quando necessário.
- D)autenticidade.
Certa: autenticidade é a característica que confirma que a mensagem é genuína e verificável.
- E)responsabilização.
Errada: responsabilização (accountability) é a capacidade de atribuir ações a um usuário ou entidade.
Gabarito: D
Em segurança da informação, cada propriedade tem seu papel: confidencialidade protege contra acesso indevido, integridade garante que o conteúdo não foi alterado, disponibilidade assegura que a informação possa ser usada quando necessário, e autenticidade responde à pergunta: "isso é mesmo quem diz ser?". É justamente aqui que mora o ponto da questão. Quando se fala que a mensagem é genuína e passível de verificação, estamos falando de autenticidade. Em outras palavras, a informação ou a origem da mensagem pode ser confirmada, evitando fraude, falsificação ou identidade falsa. Pense na assinatura digital, no certificado digital ou na validação da origem de um e-mail: a ideia é permitir conferir a procedência. Por isso, o gabarito é a letra D. A mensagem genuína é aquela cuja autoria ou origem pode ser comprovada, o que se encaixa no conceito clássico de autenticidade, muito cobrado em provas como um dos pilares da segurança da informação, ao lado de confidencialidade, integridade e disponibilidade. A banca gosta de misturar os conceitos para ver se você troca "mensagem verdadeira" por "mensagem segura" ou "mensagem preservada". Mas aqui o foco não é esconder, nem manter acessível, nem impedir alteração: é verificar se a mensagem é legítima mesmo.