Um usuário, preocupado com a segurança de seus dados, agiu de forma preventiva e realizou cópias de segurança (backups) de seus arquivos em um HD externo. Nessa situação hipotética, como forma de verificar a integridade nesses arquivos de backups, é possível utilizar
- A)criptografia.
Errada: criptografia protege a confidencialidade dos dados, não é o mecanismo padrão para verificar integridade.
- B)firewall.
Errada: firewall atua no controle de acesso e no tráfego de rede, não na conferência da integridade de arquivos de backup.
- C)compactação.
Errada: compactação serve para reduzir o tamanho dos arquivos, não para validar se o conteúdo permaneceu íntegro.
- D)hash.
Certa: hash é usado para verificar integridade, pois gera uma assinatura do conteúdo que muda se o arquivo for alterado.
Gabarito: D
Quando o assunto é backup, uma preocupação comum não é só guardar os arquivos, mas também saber se eles continuam íntegrs e sem alteração indevida. Para isso, usa-se um mecanismo de verificação de integridade, que compara o estado original do arquivo com um valor gerado a partir dele. Esse valor é o hash, uma espécie de "impressão digital" do arquivo. Se o arquivo mudar nem que seja um detalhe mínimo, o hash muda junto. Por isso, ele é muito usado para conferir se um backup foi copiado corretamente ou se sofreu corrupção. Na prática, você gera o hash antes e depois, e compara os resultados. As outras alternativas tratam de coisas diferentes: criptografia protege o sigilo, firewall controla tráfego de rede e compactação reduz o tamanho do arquivo. Nenhuma delas serve, por si só, para verificar integridade de backup com a mesma lógica do hash. Em provas, quando aparecer "integridade", pense logo em hash, checksum, função resumo ou mensagem digest. É o clássico da segurança da informação: o arquivo pode até ficar no HD externo, mas quem garante que ele está intacto é a verificação por hash.