Uma carta planialtimétrica cuja nomenclatura é SC.23-X-B-II possui uma escala de
- A)1:1.000.000.
Errada, porque 1:1.000.000 é a escala inicial da série, e a nomenclatura dada já indica subdivisões mais detalhadas.
- B)1:500.000.
Errada, porque 1:500.000 corresponde a uma subdivisão anterior da folha-matriz, antes do nível indicado no enunciado.
- C)1:250.000.
Errada, porque 1:250.000 ainda é uma etapa intermediária da divisão da folha, não a correspondente a SC.23-X-B-II.
- D)1:100.000.
Certa, porque essa nomenclatura identifica uma carta planialtimétrica na escala 1:100.000.
- E)1:50.000.
Errada, porque 1:50.000 seria uma subdivisão ainda mais detalhada, posterior ao nível representado pela nomenclatura informada.
Gabarito: D
A nomenclatura das cartas topográficas no Brasil segue uma divisão hierarquizada, em que cada nível da folha vai ficando mais detalhado. Primeiro vem a carta na escala 1:1.000.000, depois ela se subdivide sucessivamente até chegar às cartas mais detalhadas. É como abrir o mapa em camadas: quanto mais letras e algarismos aparecem na nomenclatura, menor é a área representada e maior é o detalhe. No sistema adotado pelo IBGE e pela cartografia oficial, a folha 1:1.000.000 é dividida em 4 partes, gerando a escala 1:500.000; depois em 4 partes novamente, chegando a 1:250.000; em seguida surgem as divisões em 1:100.000 e 1:50.000. A lógica da nomenclatura ajuda justamente a identificar essa escala sem precisar decorar no chute. No caso de SC.23-X-B-II, a sequência mostra que você saiu da folha 1:1.000.000, passou pelas subdivisões da 1:500.000 (X), da 1:250.000 (B) e chegou à subdivisão da carta 1:100.000 (II). Por isso o gabarito é a letra D. Esse padrão é o da Carta Internacional ao Milionésimo, adotado na cartografia sistemática brasileira pelo IBGE. Em prova, a banca costuma cobrar a leitura da nomenclatura mais do que cálculo pesado: basta reconhecer a “escadinha” das escalas.