Um grupo de trabalho desenvolveu um software próprio que utiliza a API de um modelo de IA (inteligência artificial) para automatizar processos de análise e monitoramento de dados na gestão do patrimônio cultural. Isto significa que o grupo
- A)realizou a assinatura de um serviço de IA e disponibilizou o acesso aos colaboradores para acelerar os serviços.
Errada, porque assinatura de serviço não traduz, por si só, a ideia de integrar uma API a um software próprio para executar funções específicas.
- B)mobilizou uma solução de inteligência artificial existente para integrar funcionalidades específicas em sua aplicação.
Certa, pois o grupo aproveitou um modelo de IA já existente via API para incorporar suas funções ao software desenvolvido.
- C)treinou manualmente o modelo de IA usando dados históricos para adaptá-lo ao propósito cultural.
Errada, porque o enunciado não fala em treinamento do modelo com dados históricos, mas em uso de uma API pronta.
- D)reconstruiu a lógica interna do modelo por meio de engenharia reversa para adaptar suas funções ao projeto.
Errada, porque engenharia reversa não é mencionada e não corresponde ao simples uso de uma API de IA.
- E)desenvolveu do zero um modelo de inteligência artificial próprio para atender às necessidades do projeto.
Errada, pois não houve criação de um modelo de IA do zero, apenas integração de um modelo já existente ao sistema.
Gabarito: B
A ideia central da questão é entender o que significa usar a API de um modelo de IA dentro de um software próprio. API é, em linguagem simples, uma porta de entrada: o sistema não cria a inteligência do zero, mas chama um modelo já existente para executar uma tarefa, como classificar dados, identificar padrões ou gerar respostas. Isso é muito comum em automação, monitoramento e análise de grandes volumes de informação. Perceba a nuance: o grupo desenvolveu o software, mas não necessariamente o modelo de IA. Ele integrou uma solução pronta por meio da API, aproveitando funcionalidades já existentes de um serviço de inteligência artificial. É como montar um aplicativo com peças prontas de um fornecedor especializado: você cria a aplicação, mas não fabrica o motor. Por isso, o gabarito é a letra B. Ela descreve exatamente a mobilização de uma solução de IA já existente para integrar funcionalidades específicas na aplicação. As demais alternativas falam em assinatura genérica de serviço, treinamento manual, engenharia reversa ou criação do modelo do zero, o que não aparece no enunciado. Em prova, sempre vale separar três coisas: usar uma API, treinar um modelo e criar um modelo novo. Aqui, a pista decisiva é "utiliza a API de um modelo de IA". Isso indica integração de tecnologia existente, não desenvolvimento integral da inteligência artificial.