A analista Ana administra o cluster Kubernetes do TJAP. Ana percebeu que o nó ANode do cluster está recusando a criação de containers de forma indevida. Para mitigar o problema, Ana deve verificar no ANode o status do agente do Kubernetes que é executado em cada nó, sendo responsável pela garantia da execução dos containers em um pod do Kubernetes. Ana deve verificar no ANode o status do:
- A)kubectl;
Errada, porque kubectl é um cliente de linha de comando para administrar o cluster, e não o agente executado em cada nó.
- B)kubelet;
Certa, porque o kubelet roda em cada nó e garante a execução e o gerenciamento dos containers dos pods naquele nó.
- C)kadvisor;
Errada, porque kadvisor não é o agente padrão do Kubernetes responsável pela execução dos containers em um nó.
- D)kube-apiserver;
Errada, porque kube-apiserver é o componente central da API do cluster, e não o agente local de cada nó.
- E)kube-scheduler.
Errada, porque kube-scheduler apenas decide em qual nó o pod será alocado, sem executar containers no nó.
Gabarito: B
No Kubernetes, cada peça tem um papel bem definido, e a banca adora trocar essas funções para ver se voce confunde uma com a outra. O ponto central da questão é o agente que roda em cada nó do cluster e cuida de garantir que os containers dos pods realmente estejam executando como esperado. Esse agente é o responsável por conversar com o plano de controle e fazer a execução local acontecer. Esse componente é o kubelet. Ele fica instalado em cada nó, monitora os pods atribuídos àquele nó e verifica se os containers estão vivos, reiniciando o que for necessário para manter o estado desejado. Em termos práticos, se o nó está recusando a criação de containers de forma indevida, faz sentido olhar o status do kubelet primeiro, porque ele é justamente o “braço operacional” do nó. Já o kubectl é só a ferramenta de linha de comando usada pelo administrador, não o agente do nó. O kube-apiserver é a porta de entrada da API do Kubernetes, o kube-scheduler decide em qual nó o pod vai rodar e o kadvisor nem é um componente padrão do Kubernetes. Ou seja, a questão cobra a função clássica do kubelet dentro da arquitetura do cluster. Em prova, vale guardar essa regra de ouro: kubelet fica no nó, kube-apiserver fica no controle central, scheduler escolhe o destino do pod, e kubectl é a ferramenta do usuário. Com isso, o gabarito B fica correto sem esforço.