A analista Ester implementou um teste automatizado de nome ETest para o software TJApp. O ETest avalia se TJApp é capaz de executar seu fluxo de execução principal de forma completa, em um ambiente muito semelhante ao do usuário final. Portanto, o ETest implementado por Ester é do tipo:
- A)regressão visual;
Errada, porque regressão visual compara a aparência da interface e não valida a execução completa do fluxo funcional.
- B)unitário;
Errada, porque teste unitário verifica uma unidade isolada de código, e não o sistema inteiro em ambiente parecido com o do usuário.
- C)desempenho;
Errada, porque teste de desempenho mede carga, tempo de resposta e capacidade, não a conclusão do fluxo principal.
- D)ponta a ponta;
Certa, porque testa o sistema de ponta a ponta, simulando o uso real e validando o fluxo principal completo.
- E)exploratório.
Errada, porque teste exploratório é, em regra, uma abordagem mais livre e investigativa, não um teste automatizado de fluxo completo.
Gabarito: D
Quando a questão descreve um teste automatizado que verifica se o sistema consegue executar o fluxo principal do começo ao fim, em um ambiente parecido com o do usuário final, ela está falando de teste ponta a ponta (end-to-end). Esse tipo de teste olha o sistema como um todo, sem ficar espiando as pecinhas internas. É como conferir se a estrada inteira está livre, e não só se cada parafusinho do carro está apertado. No caso do TJApp, a ideia é validar o comportamento completo do aplicativo, da entrada até a saída do fluxo principal. Isso combina exatamente com teste ponta a ponta, porque ele simula a jornada real do usuário e percorre integrações, interfaces e regras de negócio de forma integrada. Em concurso, esse é um sinal clássico: “fluxo principal completo” + “ambiente muito semelhante ao do usuário final”. Por isso, o gabarito é a letra D. Não é teste unitário, porque este isola uma menor unidade de código; não é desempenho, porque não mede tempo, carga ou consumo; não é regressão visual, porque este foca em mudanças de aparência da interface; e não é exploratório, porque este é mais manual e guiado pela curiosidade do testador, não por um roteiro automatizado de ponta a ponta. Na prática, a banca quer que você reconheça o teste pela finalidade descrita, não pelo nome bonitinho da ferramenta.