Na UML 2.5, o diagrama mais adequado para representar as diferenças nas implantações do sistema para ambientes de desenvolvimento, preparação ou produção com os nomes de servidores ou dispositivos de compilação específicos, é o diagrama de
- A)Componentes.
Errada, porque diagrama de componentes mostra a organização dos componentes de software, não a distribuição deles em servidores ou ambientes físicos.
- B)Deployment.
Certa, porque o diagrama de implantação representa os nós, dispositivos e artefatos do sistema em cada ambiente, exatamente como a questão descreve.
- C)Estrutura Interna.
Errada, porque estrutura interna detalha a composição interna de um classificador, não a configuração de servidores ou ambientes de execução.
- D)Pacotes.
Errada, porque diagramas de pacotes organizam elementos do modelo em grupos, mas não tratam da implantação em máquinas ou ambientes específicos.
- E)Arquitetura de Rede.
Errada, porque arquitetura de rede não é um tipo de diagrama da UML 2.5; a UML usa o diagrama de implantação para esse tipo de representação.
Gabarito: B
Na UML 2.5, quando a questão fala em ambientes diferentes de implantação, como desenvolvimento, homologação/preparação e produção, com nomes de servidores, dispositivos e até a forma como os artefatos vão parar em cada nó, ela está apontando para o diagrama de implantação. Esse diagrama mostra a infraestrutura física e lógica onde o sistema roda, então ele é perfeito para comparar cenários de deploy sem misturar isso com regras de negócio ou classes. Pense assim: diagrama de classes fala do desenho interno do software; diagrama de componentes fala dos blocos de software; já o de implantação mostra onde cada pedaço vai morar no mundo real. Se você quer saber em qual servidor, container, máquina virtual ou dispositivo algo será instalado, a conversa é de deployment, não de estrutura interna ou pacotes. Por isso o gabarito é a letra B. A própria UML trata o diagrama de implantação como o diagrama usado para representar a configuração dos nós de processamento e a alocação dos artefatos nesses nós, o que inclui diferenças entre ambientes de desenvolvimento, teste e produção. É o mapa da infraestrutura, não o mapa da lógica do sistema.