REST funciona por meio de métodos HTTP que permitem criar; atualizar; deletar; e, consultar dados. O método HTTP responsável por ser o mecanismo usado por um cliente para verificar a existência de um recurso e descobrir metadados sobre ele, não recuperando dados do recurso, é:
- A)GET.
GET está errado porque recupera o conteúdo do recurso, e não apenas metadados.
- B)JSON.
JSON está errado porque é um formato de dados, não um método HTTP.
- C)HEAD.
Correta, pois HEAD consulta metadados e a existência do recurso sem retornar o corpo da resposta.
- D)PATCH.
PATCH está errado porque é usado para atualização parcial de um recurso.
- E)OPTIONS.
OPTIONS está errado porque serve para consultar os métodos permitidos, não para verificar metadados sem corpo.
Gabarito: C
No universo REST, cada método HTTP tem um papel bem definido, e a banca adora trocar um pelo outro para ver se você está atento. O enunciado fala do método usado para verificar se um recurso existe e para descobrir metadados sobre ele, sem trazer o corpo da resposta. Isso descreve o HEAD. Pense assim: o HEAD é como bater na porta e perguntar "tem alguém aí?" e "quais informações você tem?", mas sem entrar na casa. Ele retorna os mesmos cabeçalhos de uma requisição GET, porém sem o conteúdo da representação do recurso. Por isso, é muito usado para checagens rápidas, validação de cache e conferência de disponibilidade. O GET, por sua vez, recupera o recurso de fato, trazendo dados no corpo da resposta. Já OPTIONS informa quais métodos são permitidos para o recurso, enquanto PATCH serve para atualização parcial. JSON nem é método HTTP, é um formato de troca de dados. Então, o gabarito é a letra C, porque o método HEAD é justamente o mecanismo para consultar metadados e verificar existência sem recuperar o conteúdo. Em resumo: GET traz o corpo, HEAD traz a "ficha técnica" do recurso.