São princípios fundamentais para uma interface de qualidade
- A)a visibilidade do status do sistema, o controle do usuário, a prevenção de erros e o design consistente.
Certa, porque reúne princípios clássicos de usabilidade: visibilidade do status, controle do usuário, prevenção de erros e consistência.
- B)o estímulo ao aprendizado passivo, a ausência de alertas, os padrões flexíveis e as interações céleres.
Errada, porque aprendizado passivo, ausência de alertas e interações céleres não são princípios de qualidade de interface.
- C)as restrições severas para usuários iniciantes, a presença de feedbacks e o foco exclusivo em desempenho.
Errada, porque restringir fortemente iniciantes e focar apenas em desempenho vai contra a usabilidade e a boa experiência do usuário.
- D)a interatividade, a interface minimalista e a falta de controle do usuário.
Errada, porque interatividade e minimalismo podem ajudar, mas falta controle do usuário e a ausência dele prejudica a qualidade da interface.
Gabarito: A
Quando se fala em interface de qualidade, a banca normalmente quer os princípios clássicos de usabilidade. O pacote mais famoso vem das heurísticas de Jakob Nielsen, que ajudam a interface a ser fácil de entender, de usar e de corrigir quando algo sai do esperado. Em prova, isso costuma aparecer em forma de frases bonitas, mas nem sempre corretas: o segredo é reconhecer os pilares da boa usabilidade. No gabarito, a alternativa A traz quatro ideias centrais e bem alinhadas com essas heurísticas: visibilidade do status do sistema, controle do usuário, prevenção de erros e consistência no design. Isso faz total sentido porque uma boa interface precisa mostrar ao usuário o que está acontecendo, permitir desfazer ou sair de ações, evitar que o erro aconteça e manter um padrão visual e funcional para não confundir ninguém. A visibilidade do status do sistema significa que a interface deve dar feedback claro sobre o que foi feito, o que está carregando, o que foi salvo, enfim, não deixar o usuário no escuro. O controle do usuário lembra que ele não pode se sentir preso: deve conseguir cancelar, voltar ou desfazer ações quando necessário. Já a prevenção de erros é melhor do que apenas mostrar mensagem de erro depois do desastre. E o design consistente evita aquele cenário clássico de cada tela parecer um aplicativo diferente. Essa lógica é plenamente compatível com a doutrina de usabilidade e com as heurísticas de Nielsen, muito cobradas em concursos. Então, quando a questão fala em princípios fundamentais para uma interface de qualidade, ela está pedindo justamente esse conjunto de boas práticas que deixam a experiência mais clara, previsível e segura.