Em DevOps, a compilação de todos os arquivos de um sistema para a geração de uma versão executável sem nenhum passo manual é denominada
- A)servidores de integração contínua.
Servidores de integração contínua não são a compilação em si, mas a infraestrutura que executa integrações e builds automáticos.
- B)deploy contínuo.
Deploy contínuo é a entrega automatizada da aplicação para um ambiente, não o processo de compilar os arquivos e gerar o executável.
- C)build automatizado.
Correta: descreve exatamente o build automatizado, isto é, a compilação sem intervenção manual para gerar a versão executável.
- D)testes automatizados.
Testes automatizados servem para validar o software, não para compilar os arquivos e produzir o executável.
Gabarito: C
Em DevOps, a ideia central é automatizar ao máximo o ciclo de entrega de software, para reduzir erro humano, ganhar velocidade e manter consistência. Quando o sistema pega os arquivos-fonte, compila tudo e gera uma versão executável sem intervenção manual, isso é o que se chama de build automatizado. Pense no build como a “montagem” do programa: o código é transformado em algo executável, seguindo passos repetíveis e padronizados. Se essa montagem depende de alguém apertando botões, copiando arquivos ou rodando comandos na mão, já perdeu a graça do DevOps. Por isso, o gabarito está na letra C. O enunciado descreve exatamente uma compilação automática de todos os arquivos para produzir uma versão executável, sem nenhum passo manual, que é a definição clássica de build automatizado. As outras alternativas tratam de ideias próximas, mas diferentes: integração contínua é a prática de integrar mudanças com frequência, deploy contínuo é a entrega automática em ambiente, e testes automatizados são verificações executadas por ferramentas. Aqui, a palavra-chave é compilação automática com geração de executável.