Para a criação de personas em UX, são empregados vários padrões comportamentais. No que se refere a variáveis, a capacidade de aprendizagem está inserida em
- A)atitudes.
Errada, porque atitudes dizem respeito a posicionamentos e disposições frente a algo, não à capacidade de aprender.
- B)motivações.
Errada, porque motivações explicam os porquês do comportamento, e não o potencial de aprendizagem.
- C)atividades.
Errada, porque atividades são as ações realizadas pelo usuário, não uma variável de capacidade cognitiva ou de adaptação.
- D)habilidades.
Errada, porque habilidades são competências já desenvolvidas, enquanto a questão trata da capacidade de aprender.
- E)aptidões.
Certa, porque aptidões expressam potencial para aprender e se desenvolver, que é exatamente o sentido cobrado.
Gabarito: E
Na criação de personas em UX, você costuma organizar os traços do público em padrões comportamentais e variáveis que ajudam a dar vida ao usuário fictício. Entre essas variáveis, entram elementos como atitudes, motivações, atividades, habilidades e aptidões, porque eles descrevem como a pessoa age, pensa e executa tarefas no contexto de uso. A capacidade de aprendizagem se liga à ideia de aptidão, porque fala do potencial da pessoa para aprender, se adaptar e desenvolver novas competências. Não é apenas o que ela já sabe fazer, mas a facilidade que ela tem para aprender algo novo ao interagir com o produto ou serviço. Por isso, o gabarito é a letra E. Em UX, essa distinção importa bastante: uma persona não serve só para dizer "quem é o usuário", mas para orientar decisões de projeto com base em características que influenciam o uso real, como facilidade de aprendizado e adaptação. Na prática, se você confundir capacidade de aprendizagem com habilidade já adquirida, pode cair na armadilha clássica da banca. Habilidade é mais ligada ao que a pessoa já domina; aptidão aponta para o potencial de desenvolver esse domínio. É aí que a questão quer te pegar.