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Enfermagem · VUNESP · 2025

Questão comentada de Enfermagem

Frente a uma pessoa adulta, inconsciente, suspeitando de um caso de parada cardiorrespiratória, em ambiente extra-hospitalar, o técnico de enfermagem deve

Gabarito: A

Em suspeita de parada cardiorrespiratória em adulto, fora do hospital, a lógica é simples: perceber a inconsciência, acionar ajuda/DEA o mais cedo possível e iniciar compressões torácicas de alta qualidade sem perder tempo com manobras que atrasem o fluxo. Em emergência, atraso custa perfusão, e perfusão é o que o cérebro e o coração mais cobram na hora. No adulto, a checagem inicial inclui avaliar responsividade, pedir ajuda, acionar o serviço de emergência e buscar o DEA. Se houver dúvida sobre pulso e respiração normal, a conduta prática é começar a RCP rapidamente. As compressões devem ser fortes e rápidas, na frequência de 100 a 120 por minuto, com retorno completo do tórax entre elas. Isso é o padrão ensinado pelas diretrizes de suporte básico de vida da AHA e adotado em protocolos de emergência. O gabarito A está correto porque reúne os pontos centrais: verificar sinais de parada, acionar ajuda e iniciar compressões na frequência adequada. A ideia de delegar o pedido de ajuda também faz sentido em ambiente extra-hospitalar, para não interromper o início da ressuscitação. O detalhe da frequência é essencial: 100 a 120/min, e não mais lento nem exageradamente rápido. As demais alternativas escorregam em pontos clássicos: ventilação excessiva, relação compressão-ventilação errada, frequência fora do recomendado e até profundidade absurda. Em prova, a banca adora misturar termos técnicos bonitos com números errados para ver se você cai no canto da sereia.

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