Os medicamentos mais utilizados no atendimento ao paciente em parada cardiorrespiratória (PCR) são:
- A)Atropina, Amiodarona e Adrenalina.
Errada, porque atropina não é medicamento de rotina na parada cardiorrespiratória e amiodarona aparece, mas a associação fica incompleta e fora do padrão cobrado.
- B)Adrenalina, Noradrenalina e Vasopressina.
Errada, porque noradrenalina não é fármaco clássico da PCR e vasopressina deixou de ser rotina nos algoritmos atuais de reanimação.
- C)Adrenalina, Amiodarona e Lidocaína.
Certa, porque reúne adrenalina e os antiarrítmicos mais cobrados na PCR, como amiodarona e lidocaína.
- D)Atropina, Procainamida e Vasopressina.
Errada, porque atropina e procainamida não são os medicamentos de escolha no atendimento padrão da parada cardiorrespiratória.
- E)Adrenalina, Lidocaína e Atropina.
Errada, porque atropina não compõe o trio mais utilizado na PCR e a combinação apresentada não corresponde ao protocolo de reanimação.
Gabarito: C
Na parada cardiorrespiratória, você pensa logo em um trio que aparece o tempo todo nos protocolos de reanimação: adrenalina, amiodarona e, em algumas situações, lidocaína. A ideia é simples: a adrenalina ajuda a manter a perfusão durante a RCP, enquanto amiodarona e lidocaína entram principalmente nos ritmos chocáveis que não respondem aos choques, como fibrilação ventricular e taquicardia ventricular sem pulso. Isso está alinhado com os algoritmos de suporte avançado de vida em parada cardiorrespiratória usados em emergência. A adrenalina é a medicação clássica da PCR, administrada em intervalos definidos durante o atendimento. Já a amiodarona é antiarrítmica importante quando a arritmia persiste apesar da desfibrilação. A lidocaína também pode ser utilizada como alternativa antiarrítmica, especialmente quando a amiodarona não está disponível ou não é a melhor opção no protocolo local. Por isso o gabarito C está correto: ele reúne exatamente os medicamentos mais lembrados e cobrados no atendimento da PCR. A banca gosta de testar se você confunde esse trio com drogas que parecem "de emergência", mas não são as principais na parada, como atropina, noradrenalina ou procainamida. Em resumo: na PCR, o foco é protocolo, choque quando indicado, compressão de qualidade e medicação correta no momento certo. Não é hora de improvisar, é hora de seguir o roteiro da reanimação.