O acompanhamento do crescimento está diretamente associado à nutrição da criança. A aferição do índice de massa corporal (IMC), em todas as consultas, deve ser feito:
- A)nos dois primeiros anos de vida.
Errada, porque nos dois primeiros anos o acompanhamento do crescimento não é feito por IMC em todas as consultas.
- B)do nascimento até 18 meses.
Errada, porque o IMC não é o parâmetro de rotina desde o nascimento até 18 meses.
- C)a partir dos cinco anos de idade.
Errada, porque o uso do IMC não começa só aos cinco anos, e sim bem antes.
- D)a partir de 24 meses.
Certa, porque o IMC deve ser aferido em todas as consultas a partir dos 24 meses de idade.
- E)do nascimento até 24 meses.
Errada, porque nos primeiros 24 meses a avaliação nutricional da criança segue outros parâmetros, não o IMC de rotina.
Gabarito: D
O acompanhamento do crescimento infantil usa medidas diferentes conforme a idade. Nos primeiros 24 meses, o mais importante é avaliar peso, comprimento e perímetro cefálico, porque o corpo do bebê muda muito rápido e o IMC ainda não é o melhor indicador para essa fase. A partir dos 2 anos de idade, ou seja, de 24 meses em diante, o IMC passa a ser utilizado em todas as consultas para acompanhar o estado nutricional da criança. Isso ajuda a identificar cedo tanto risco de desnutrição quanto excesso de peso, que também pode aparecer na infância. Por isso, o gabarito está na alternativa D. A lógica é simples: antes dos 2 anos, a avaliação do crescimento segue outros parâmetros; depois disso, o IMC entra no jogo e vira rotina no acompanhamento da criança. Esse entendimento está alinhado às orientações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde para vigilância do crescimento e desenvolvimento infantil, com uso de curvas específicas por idade. Em prova, sempre desconfie quando tentarem jogar IMC para fase de lactente, porque aí a banca costuma trocar o instrumento certo pela fase errada.