A distância que deve existir entre paredes e leito, exceto cabeceira e com espaço suficiente para manobra da maca junto ao pé dessa, numa UTI/CTI é de:
- A)0,50 cm.
Correta, porque a distância mínima exigida é de 0,50 m, permitindo acesso e circulação adequados no leito de UTI/CTI.
- B)0,70 cm.
Errada, porque 0,70 m não corresponde ao parâmetro mínimo cobrado para esse afastamento.
- C)0,80 cm.
Errada, porque 0,80 m excede a medida prevista e foge do valor normativo da questão.
- D)0,90 cm.
Errada, porque 0,90 m é maior do que o padrão exigido e não é o número correto.
- E)100 cm.
Errada, porque 100 cm equivale a 1 metro, bem acima da distância mínima estabelecida.
Gabarito: A
Na UTI/CTI, o layout do leito não é detalhe de decoração: ele precisa permitir acesso rápido, circulação segura da equipe e manobra de equipamentos, especialmente em situações de emergência. Por isso, as distâncias mínimas entre o leito e as paredes são padronizadas para evitar apertos que atrapalhem a assistência. Em regra, a área lateral e a circulação ao redor do leito devem permitir trabalho eficiente, sem esbarrar em bombas, monitores e maca, que na UTI nunca ficam "de enfeite". A questão cobra a medida adotada para a distância entre paredes e leito, exceto na cabeceira, com espaço suficiente para manobra da maca junto ao pé do leito. O valor correto é 0,50 m, que corresponde a 50 cm, atendendo ao parâmetro de organização física do ambiente de terapia intensiva. Em concursos, esse tipo de cobrança costuma vir de normas técnicas e de critérios de dimensionamento físico da unidade, associados às exigências de segurança e funcionalidade da assistência. Então, se a banca pergunta a distância mínima, pense em circulação e acesso rápido, não em conforto visual. A resposta certa é a alternativa A, porque 0,50 m é a medida indicada para esse espaçamento mínimo. O restante das opções aumenta sem necessidade a área exigida ou simplesmente erra a unidade/valor.