Classifica-se como pressão alta ou hipertensão arterial sistêmica (HAS) quando a pressão que o sangue faz na parede das artérias é muito forte e fica acima dos limites considerados normais para a idade. Isso pode ser percebido quando se mede a pressão utilizando-se um aparelho chamado esfigmomanômetro. Os valores limites para a hipertensão em pessoas adultas que não estão fazendo uso de medicação anti-hipertensiva são
- A)120 x 80 mm/Hg.
Errada, porque 120 x 80 mm/Hg é um valor de referência normal, não o ponto de corte para hipertensão.
- B)140 x 90 mm/Hg.
Certa, pois em adultos sem uso de anti-hipertensivos o limite clássico para HAS é 140 x 90 mm/Hg.
- C)220 x 100 mm/Hg.
Errada, porque 220 x 100 mm/Hg é um valor muito acima do necessário para definir hipertensão e sugere crise hipertensiva ou medida gravemente elevada.
- D)160 x 90 mm/Hg.
Errada, porque 160 x 90 mm/Hg também indica hipertensão, mas o ponto de corte cobrado como valor limite é 140 x 90 mm/Hg.
Gabarito: B
A hipertensão arterial sistêmica, ou HAS, é diagnosticada quando a pressão arterial fica persistentemente elevada acima dos valores de referência. Em adultos que não usam medicação anti-hipertensiva, o ponto de corte clássico cobrado em prova é pressão sistólica maior ou igual a 140 mmHg e/ou diastólica maior ou igual a 90 mmHg, medida de forma adequada. Ou seja: se bateu 14 por 9 ou passou disso, a banca já acende o alerta. Na prática, o exame costuma cobrar o valor de referência mais tradicional das diretrizes e manuais de saúde pública. Por isso, a alternativa B está correta: 140 x 90 mm/Hg. É o limite usado para caracterizar hipertensão em adultos sem tratamento, enquanto valores como 120 x 80 mm/Hg são considerados normais. Vale lembrar que a medida correta da pressão depende de técnica adequada com esfigmomanômetro, paciente em repouso e manguito apropriado. Em concurso, a banca costuma simplificar o raciocínio: acima do limite de 140/90 em adultos, pense em HAS. É aquele tipo de número que cai tanto que quase vira CPF da hipertensão.