O programa de imunização visa à ampla extensão da cobertura vacinal para alcançar adequado grau de proteção imunitária da população contra as doenças transmissíveis por ele abrangidas. De acordo com o calendário nacional de vacinação da criança, a vacina BCG é composta por
- A)vírus vivo atenuado.
Errada, porque a BCG não é feita de vírus, e sim de bactéria atenuada.
- B)bactéria viva atenuada.
Certa, porque a BCG é uma vacina com bactéria viva atenuada, derivada do Mycobacterium bovis.
- C)antígeno do vírus purificado.
Errada, porque antígeno purificado corresponde a vacinas subunidade, o que não é o caso da BCG.
- D)vírus inativado.
Errada, porque vacina inativada não é o formato da BCG, que utiliza microrganismo vivo atenuado.
Gabarito: B
A BCG, usada no calendário nacional de vacinação da criança, protege principalmente contra as formas graves de tuberculose, como a meningite tuberculosa e a tuberculose miliar. Ela é uma vacina feita com microrganismo vivo atenuado, ou seja, uma bactéria enfraquecida para estimular a imunidade sem causar a doença na forma usual. Aqui está o ponto-chave da questão: BCG não é vírus, porque a tuberculose é causada por bactéria, mais especificamente derivada do Mycobacterium bovis. Então, quando a banca fala em composição da vacina, você deve pensar em bactéria viva atenuada, e não em vírus vivo, inativado ou antígeno purificado. No Brasil, o calendário nacional de vacinação é definido pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, que padroniza as vacinas da criança e orienta sua composição e indicação. Na prática, para prova, BCG quase sempre aparece associada à ideia de vacina de bactéria viva atenuada. Resumo para guardar sem drama: se a doença é tuberculose, a vacina é BCG; se é BCG, pense em bactéria viva atenuada. Esse é o tipo de associação que a banca adora cobrar.