A avaliação da vitalidade do recém-nascido na sala de parto é fundamental para determinar as suas condições de nascimento e aferir a frequência cardíaca, esforço respiratório, tônus muscular, irritabilidade reflexa e cor. Além disso, identifica-se também a necessidade de sua reanimação. Nesse processo de avaliação, um dos instrumentos utilizados é a escala de
- A)APGAR.
Correta, porque a escala de APGAR avalia frequência cardíaca, respiração, tônus, irritabilidade reflexa e cor no recém-nascido.
- B)Braden.
Errada, porque a escala de Braden é usada para avaliar risco de lesão por pressão.
- C)Glasgow.
Errada, porque a escala de Glasgow mede nível de consciência, não vitalidade neonatal.
- D)Morse.
Errada, porque a escala de Morse avalia risco de quedas em pacientes, não a condição do recém-nascido.
Gabarito: A
Na sala de parto, avaliar a vitalidade do recém-nascido é um passo básico e decisivo, porque ajuda a identificar rapidamente se o bebê nasceu bem adaptado à vida extrauterina ou se vai precisar de apoio imediato. Nessa hora, o profissional observa cinco sinais clássicos: frequência cardíaca, esforço respiratório, tônus muscular, irritabilidade reflexa e cor da pele. É exatamente essa lógica que compõe a escala de APGAR, muito cobrada em prova porque aparece como sinônimo de avaliação inicial do recém-nascido. A escala de APGAR foi criada para padronizar essa análise logo após o nascimento, permitindo uma leitura rápida do estado geral do bebê. Cada item recebe uma pontuação, e o resultado ajuda a orientar a conduta na sala de parto, inclusive quanto à necessidade de reanimação neonatal. Não é exame de laboratório, não é imagem, é observação clínica rápida e objetiva. Por isso, o gabarito é a alternativa A. Quando o enunciado fala em frequência cardíaca, respiração, tônus, reflexos e cor, ele está descrevendo exatamente os critérios do APGAR. Em provas de Enfermagem, esse é um clássico absoluto de neonatologia: se apareceu recém-nascido na sala de parto e esses cinco parâmetros, pense primeiro em APGAR. As demais escalas não têm relação com a vitalidade neonatal. Braden avalia risco de lesão por pressão, Glasgow avalia nível de consciência e Morse avalia risco de quedas. Ou seja, são úteis na prática, mas em outro cenário, bem distante da primeira avaliação do bebê ao nascer.