Um paciente precisa receber 500 mg de um determinado medicamento, de 8 em 8 horas. O frasco-ampola disponível apresenta 1 g do medicamento, que deverá ser diluído em 10 mL de água destilada. Nesse caso, a dose a ser administrada deve ser de
- A)2,5 mL.
Errada, porque 2,5 mL fornecem apenas 250 mg nessa diluição, ou seja, metade da dose prescrita.
- B)5 mL.
Certa, porque 1 g em 10 mL resulta em 100 mg/mL, e 500 mg exigem 5 mL.
- C)7,5 mL.
Errada, porque 7,5 mL correspondem a 750 mg, acima da dose solicitada.
- D)8 mL.
Errada, porque 8 mL entregam 800 mg, o que ultrapassa a prescrição.
- E)10 mL.
Errada, porque 10 mL correspondem a 1000 mg, ou seja, o frasco inteiro.
Gabarito: B
Aqui a conta é de proporção simples: primeiro você transforma a apresentação do medicamento em concentração. Se 1 g corresponde a 1000 mg e esse frasco foi diluído em 10 mL, então cada 1 mL tem 100 mg do medicamento. Fácil, né? A partir daí, basta dividir a dose prescrita pela concentração: 500 mg ÷ 100 mg/mL = 5 mL. Esse tipo de questão aparece muito em administração de medicamentos porque, na prática de enfermagem, a segurança da dose depende de você saber converter unidade, calcular volume e conferir a diluição antes de administrar. A lógica é sempre a mesma: dose prescrita, concentração disponível e volume final. Por isso o gabarito é a letra B. Não tem truque escondido, só matemática aplicada à enfermagem. Se você acertou, ótimo; se errou, provavelmente foi por não converter o grama para miligrama ou por esquecer que a diluição em 10 mL define a concentração por mL.