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Enfermagem · FGV · 2025

Questão comentada de Enfermagem

Na prática assistencial, as precauções para prevenção e controle de infecções são estratégias fundamentais para reduzir a transmissão de patógenos. Nesse caso, considerando as precauções por formas de transmissão, é correto afirmar que:

Gabarito: D

As precauções por forma de transmissão são aquelas que entram em cena quando o agente infeccioso tem um jeito de espalhar mais específico: contato, gotículas ou aerossóis. A lógica é simples, mas a prova costuma embaralhar tudo: cada via exige barreiras diferentes, e o tamanho da partícula faz toda a diferença. Nas gotículas, falamos de partículas maiores que 5 micra, que não ficam “voando” longe. Por isso, o cuidado envolve máscara cirúrgica, principalmente em situações de proximidade. Já nos aerossóis, as partículas são menores que 5 micra, permanecem suspensas no ar e exigem precauções mais rigorosas, como ambiente adequado e respirador N95/PFF2 para a equipe. A alternativa D está correta porque a tuberculose é clássica transmissão por aerossóis, e a coorte de pacientes com o mesmo microrganismo pode ser adotada como medida de organização assistencial. A ressalva importante, cobrada em protocolos de controle de infecção, é que pacientes com suspeita de tuberculose resistente ao tratamento não devem ser colocados junto de outros sem essa mesma condição, para não ampliar risco de transmissão de cepas resistentes. Isso está alinhado às diretrizes de controle de infecção e às recomendações de precauções baseadas na transmissão. Na prática, pense assim: o hospital não escolhe a proteção no chute. Ele olha como o patógeno se comporta e monta a barreira certa. É esse raciocínio que a FGV adora testar, trocando os rótulos de gotícula, aerossol e contato para ver se voce morde a isca.

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