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Enfermagem · FGV · 2025

Questão comentada de Enfermagem

Durante a administração de oxigenoterapia em um paciente com DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), o técnico de enfermagem deve estar atento a diversos fatores para garantir a eficácia do tratamento e evitar complicações. Para garantir uma prática segura e adequada nesse tipo de cuidado, o técnico de enfermagem deve

Gabarito: B

Na oxigenoterapia do paciente com DPOC, o ponto principal é simples: oxigênio ajuda, mas em excesso pode atrapalhar. Esses pacientes podem reter CO2 com mais facilidade, então a equipe deve usar baixo fluxo e acompanhar de perto sinais de hipoventilação, rebaixamento do nível de consciência e queda da ventilação. Nada de inventar fluxo alto por conta própria, porque em oxigenoterapia a regra é prescrição e monitorização, não improviso. Por isso, a conduta mais segura é observar o paciente e administrar o oxigênio conforme prescrição médica, geralmente em baixas concentrações, como orienta a prática clínica para DPOC. A ideia é manter a oxigenação adequada sem provocar piora da retenção de CO2. Em geral, a meta é evitar hiperoxigenação desnecessária e acompanhar saturação, esforço respiratório e sinais clínicos. A letra B está correta porque une os dois cuidados centrais nesse cenário: monitorar sinais de hipoventilação e usar baixo fluxo de oxigênio conforme prescrição. Isso está alinhado com a assistência de enfermagem segura e com a lógica do cuidado ao paciente com DPOC, em que o excesso de oxigênio pode ser prejudicial. Na prática, pense assim: em DPOC, oxigênio não é para "abrir tudo"; é para ajustar com cautela. A enfermagem precisa observar, registrar e comunicar alterações, especialmente se surgirem sonolência, dispneia piorando ou queda da saturação apesar da terapia.

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