Em novembro de 2024, o Brasil recebeu da Organização PanAmericana da Saúde (Opas/OMS) a recertificação de país livre do sarampo. Isso só foi possível devido à intensificação nas ações de vacinação pelo Ministério da Saúde. Assinale a opção que apresenta o esquema vacinal contra o sarampo.
- A)Uma dose da vacina tríplice viral para pessoas de 12 meses a 29 anos, com reforço a cada 10 anos.
Errada, porque a tríplice viral não é de dose única com reforço decenal para essa faixa etária; o esquema depende da idade e do histórico vacinal.
- B)Duas doses da vacina DTP para crianças de 15 meses a 4 anos e um reforço aos 12 anos.
Errada, porque DTP protege contra difteria, tétano e coqueluche, não contra sarampo.
- C)Duas doses da vacina tríplice viral para pessoas de 12 meses a 29 anos e dose única para adultos de 30 a 59 anos.
Certa, porque apresenta o esquema correto com tríplice viral, 2 doses para 12 meses a 29 anos e 1 dose para 30 a 59 anos sem vacinação completa.
- D)Uma dose da vacina DTP para crianças de 12 meses a 29 anos e dose única para adultos de 20 a 45 anos.
Errada, porque DTP não previne sarampo e as faixas etárias indicadas não correspondem ao calendário vacinal.
- E)Duas doses da vacina tetraviral para crianças de 15 meses a 2 anos e dose única para adultos a partir dos 25 anos.
Errada, porque tetraviral não é o esquema indicado para adultos e a faixa etária citada não corresponde ao calendário do sarampo.
Gabarito: C
O sarampo é prevenido principalmente com a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. No Brasil, o esquema de rotina para a tríplice viral inclui duas doses na infância, e a estratégia de resgate muda conforme a idade e o histórico vacinal da pessoa. Isso é bem cobrado em prova porque a banca adora misturar a vacina certa com calendário errado. Para quem tem de 12 meses a 29 anos e não tem esquema completo, a orientação é completar com 2 doses da tríplice viral, respeitando o intervalo mínimo de 30 dias entre elas. Já para adultos de 30 a 59 anos sem comprovação vacinal, indica-se 1 dose. Essa lógica segue as diretrizes do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, que organiza a imunização por faixa etária e situação vacinal. Por isso, o gabarito é a letra C: ela é a única que traz a tríplice viral e distribui corretamente as doses conforme a idade. As outras alternativas erram por trocar a vacina, inventar reforço que não existe para sarampo ou usar faixa etária incompatível. Em resumo: sarampo não é com DTP, não é com tetraviral para adulto e não tem reforço decenal. Aqui o segredo é lembrar que a tríplice viral é a estrela da proteção contra o sarampo, e o calendário depende da idade e da comprovação de doses anteriores.