Os responsáveis por um aluno informaram à escola os horários em que ele deve tomar a dose do remédio antibiótico que está utilizando como tratamento. Isso indica que ele apresenta uma infecção por
- A)vírus.
Errada, porque vírus não são tratados com antibióticos, e sim com medidas específicas, como antivirais em casos selecionados.
- B)vermes.
Errada, porque vermes são helmintos e o tratamento costuma ser feito com anti-helmínticos, não com antibióticos.
- C)fungos.
Errada, porque fungos são tratados com antifúngicos, já que antibióticos não atuam nesse tipo de agente.
- D)bactérias.
Certa, porque antibióticos são usados no tratamento de infecções bacterianas.
- E)protozoários.
Errada, porque protozoários exigem antiparasitários específicos, e antibiótico não é a escolha habitual.
Gabarito: D
Quando um antibiótico é prescrito, isso já entrega uma pista importante: antibiótico é remédio usado contra bactérias. Ele age sobre estruturas ou processos bacterianos, como parede celular e síntese proteica, e por isso é típico no tratamento de infecções bacterianas. Se a infecção fosse causada por vírus, por exemplo, o antibiótico não resolveria, porque vírus não são combatidos por esse tipo de medicamento. Na prática, a informação dada pela escola - horários de uso do antibiótico - aponta diretamente para uma infecção bacteriana. É por isso que o gabarito é a letra D. Em termos simples: antibiótico combina com bactéria; não é remédio de rotina para vírus, vermes, fungos ou protozoários. Esse é um conteúdo bem cobrado em prova porque mistura noções de infectologia com farmacologia básica. A lógica é mais importante do que decorar nomes: se há antibiótico, pense em bactéria primeiro. E vale lembrar que o uso incorreto de antibióticos favorece resistência bacteriana, um tema clássico em saúde pública e bastante valorizado em bancas.