Os pacientes com Acidente Vascular Cerebral Isquêmico que receberam terapia trombolítica devem ter pressão arterial, oximetria de pulso e eletrocardiografia monitorados continuamente por, pelo menos,
- A)6 horas após o procedimento.
Errada, porque 6 horas é tempo insuficiente para a vigilância contínua exigida após trombólise no AVC isquêmico.
- B)8 horas após o procedimento.
Errada, porque 8 horas ainda não cobre o período mínimo de monitorização recomendado após o trombolítico.
- C)10 horas após o procedimento.
Errada, porque 10 horas continua abaixo do tempo mínimo de observação contínua pós-trombólise.
- D)12 horas após o procedimento.
Errada, porque 12 horas não é o suficiente para a monitorização contínua indicada nesse contexto.
- E)24 horas após o procedimento.
Certa, porque após trombólise no AVC isquêmico a monitorização contínua de pressão arterial, oximetria e ECG deve ser mantida por pelo menos 24 horas.
Gabarito: E
No AVC isquêmico tratado com trombólise, a vigilância precisa ser apertada porque o paciente pode sangrar, piorar neurologicamente ou apresentar instabilidade hemodinâmica nas primeiras horas. Por isso, depois do procedimento, a equipe deve manter monitorização contínua de pressão arterial, oximetria de pulso e eletrocardiografia por, no mínimo, 24 horas. É aquele tipo de situação em que o relógio conta muito: a fase imediata é a mais crítica. Esse cuidado faz parte dos protocolos de atendimento ao AVC isquêmico com trombólise, amplamente adotados em serviços de urgência e alinhados às diretrizes neurológicas e de atendimento ao AVC. A lógica é simples: quem recebeu trombolítico precisa de observação intensiva para detectar complicações precocemente, especialmente hemorragia intracraniana e alterações clínicas súbitas. Então o gabarito é a letra E, porque 24 horas é o período mínimo de monitorização contínua recomendado após a terapia trombolítica. As alternativas menores tentam induzir a ideia de que bastam poucas horas de observação, mas isso seria pouco seguro para esse cenário.