De acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, a dose de reforço da vacina Pneumocócica 23-valente para idosos deve ser realizada
- A)1 ano após a primeira dose.
Errada, porque 1 ano é um intervalo curto demais para o reforço da Pneumocócica 23-valente em idosos.
- B)2 anos após a primeira dose.
Errada, porque 2 anos não é o prazo recomendado pelo Ministério da Saúde para a dose de reforço.
- C)4 anos após a primeira dose.
Errada, porque 4 anos também não corresponde ao intervalo oficial de revacinação.
- D)5 anos após a primeira dose.
Certa, porque o reforço da vacina Pneumocócica 23-valente em idosos deve ser realizado 5 anos após a primeira dose.
- E)10 anos após a primeira dose.
Errada, porque 10 anos é um intervalo maior do que o recomendado para esse reforço.
Gabarito: D
A vacina Pneumocócica 23-valente (VPP23) é usada para ampliar a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, especialmente em idosos e pessoas com maior risco de infecção. No calendário do Ministério da Saúde, ela pode ser indicada em esquemas com a vacina pneumocócica conjugada e, depois, recebe reforço em situações previstas pela norma. O ponto que a banca quer cobrar aqui é o intervalo da dose de reforço. Para idosos, a revacinação com a VPP23 deve ser feita 5 anos após a primeira dose. Esse intervalo existe porque a resposta imunológica vai diminuindo com o tempo, e a proteção precisa ser reativada sem exagerar na frequência, para evitar pior tolerabilidade e ganho clínico desnecessário. Então, se você viu "reforço da Pneumocócica 23-valente em idoso", pense logo em 5 anos. É um detalhe clássico de calendário vacinal e a FGV gosta muito de trocar números próximos para testar memória fina. Aqui não tem mistério: a regra do Ministério da Saúde é essa. Em resumo: VPP23 em idosos - reforço depois de 5 anos. É o tipo de informação que cai direto de manual e calendário vacinal, sem necessidade de inventar moda.