De acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, no primeiro período do trabalho de parto, a frequência cardíaca (materna) de parturiente de risco habitual deve ser verificada a cada
- A)15 minutos.
Errada, porque 15 minutos é uma frequência excessiva para parturiente de risco habitual no primeiro período do trabalho de parto.
- B)30 minutos.
Errada, porque 30 minutos ainda é uma monitorização mais intensa do que a recomendada para risco habitual nesse contexto.
- C)uma hora.
Certa, porque a frequência cardíaca materna deve ser verificada a cada 1 hora no primeiro período do trabalho de parto em risco habitual.
- D)duas horas.
Errada, porque 2 horas é um intervalo maior do que o recomendado pelo Ministério da Saúde para esse sinal vital.
- E)quatro horas.
Errada, porque 4 horas é tempo demais para acompanhar adequadamente a evolução materna no primeiro período do trabalho de parto.
Gabarito: C
No primeiro período do trabalho de parto, a enfermagem precisa monitorar os sinais maternos com atenção, mas sem transformar a parturiente em “paciente de UTI”. Para uma gestante de risco habitual, o Ministério da Saúde orienta que a frequência cardíaca materna seja verificada de hora em hora, ou seja, a cada 1 hora. A ideia é acompanhar a evolução do parto e detectar precocemente qualquer alteração clínica, sem intervenções desnecessárias. Esse cuidado faz parte da assistência obstétrica humanizada e baseada em boas práticas, valorizando a vigilância contínua e proporcional ao risco. Em risco habitual, a monitorização é mais espaçada do que em situações de maior complexidade, justamente porque não há indicação de controle tão intensivo. Por isso, o gabarito é a letra C. A periodicidade de 1 hora está alinhada às recomendações do Ministério da Saúde para o primeiro período do trabalho de parto em parturiente de risco habitual. Em prova, guarde a lógica: quanto menor o risco, menor a intensidade da vigilância. A banca gosta de testar se você sabe diferenciar rotina de risco habitual de cenários que exigiriam monitorização mais frequente.