A orientação da ANVISA para prevenir infecção da corrente sanguínea é que o tempo de permanência do cateter umbilical venoso seja limitado a um período de
- A)2 a 8 dias.
Errada, porque 2 a 8 dias é um intervalo mais curto do que o recomendado pela ANVISA para o cateter umbilical venoso.
- B)7 a 14 dias.
Certa, pois a ANVISA orienta limitar a permanência do cateter umbilical venoso a 7 a 14 dias para reduzir risco de infecção.
- C)até 18 dias.
Errada, porque até 18 dias ultrapassa o limite recomendado e aumenta o risco de complicações infecciosas.
- D)até 21 dias.
Errada, porque até 21 dias é tempo excessivo para esse tipo de cateter, contrariando a orientação preventiva.
- E)até 28 dias.
Errada, porque até 28 dias é muito acima do prazo aceito para permanência do cateter umbilical venoso.
Gabarito: B
Em neonatologia, o cateter umbilical venoso é um acesso muito útil nos primeiros dias de vida, mas não foi feito para ficar “mora e permanece” indefinidamente. Quanto mais tempo o dispositivo fica, maior o risco de infecção da corrente sanguínea, trombose e outras complicações, então a vigilância do tempo de permanência é essencial. A orientação da ANVISA para prevenção de infecção é limitar o tempo de permanência do cateter umbilical venoso a 7 a 14 dias. A lógica é simples: ele serve como ponte temporária até que seja possível migrar para um acesso mais seguro e adequado. Em prova, quando aparecer cateter umbilical e prevenção de infecção, pense logo em prazo curto e em troca planejada, sem “esticar” o uso. Por isso, o gabarito B está correto. As demais alternativas exageram ou encurtam demais o período recomendado, fugindo do intervalo orientado pela ANVISA em medidas de controle de infecção em terapia neonatal.