De acordo com os protocolos do Ministério da Saúde para o tratamento do Diabetes Tipo 1, os análogos de insulina de ação rápida possuem farmacocinética semelhante, com ação que dura em torno de
- A)1 a 2 horas.
Errada, porque 1 a 2 horas é tempo curto demais para a duração típica dos análogos de ação rápida.
- B)2 a 3 horas.
Errada, porque 2 a 3 horas ainda fica abaixo da duração esperada para esse grupo de insulina.
- C)3 a 4 horas.
Certa, porque os análogos de insulina de ação rápida duram em torno de 3 a 4 horas.
- D)4 a 6 horas.
Errada, porque 4 a 6 horas já ultrapassa a duração habitual desses análogos.
- E)6 a 8 horas.
Errada, porque 6 a 8 horas corresponde a um efeito prolongado, incompatível com a insulina de ação rápida.
Gabarito: C
Nos protocolos do Ministério da Saúde para o Diabetes tipo 1, os análogos de insulina de ação rápida são usados para cobrir a glicemia da refeição, porque começam a agir rápido e têm duração curta. A ideia é imitar melhor a secreção fisiológica de insulina no período pós-prandial, reduzindo picos de glicose sem “arrastar” o efeito por muitas horas. Aqui mora o ponto da questão: a farmacocinética desses análogos é semelhante e a duração da ação fica em torno de 3 a 4 horas. É justamente esse tempo que diferencia esse grupo das insulinas de ação ultrarrápida e das insulinas de ação intermediária ou prolongada. Se você decorar o raciocínio, a prova fica mais tranquila: ação rápida = início rápido e duração curta, porém não curtíssima. Por isso, quando a banca pergunta a duração, ela quer essa faixa intermediária de 3 a 4 horas, que é a referência mais cobrada em protocolos e materiais do SUS. Então, o gabarito C está correto porque traduz a duração típica dos análogos de ação rápida no tratamento do Diabetes tipo 1, conforme a prática clínica e os protocolos do Ministério da Saúde.