O débito cardíaco de um paciente é determinado por
- A)pré-carga x pós-carga.
Errada, porque pré-carga e pós-carga influenciam o trabalho cardíaco, mas não são a fórmula do débito cardíaco.
- B)volume sistólico + pré-carga.
Errada, porque volume sistólico não é somado à pré-carga; o débito cardíaco depende de multiplicação com a frequência cardíaca.
- C)pós-carga x frequência cardíaca.
Errada, porque a pós-carga interfere na ejeção, mas a conta do débito cardíaco não é pós-carga vezes frequência cardíaca.
- D)frequência cardíaca x volume sistólico.
Certa, porque o débito cardíaco é calculado por frequência cardíaca multiplicada pelo volume sistólico.
- E)volume diastólico + volume sistólico.
Errada, porque débito cardíaco não resulta da soma de volumes; ele é definido por frequência cardíaca e volume sistólico.
Gabarito: D
O débito cardíaco é a quantidade de sangue que o coração bombeia em 1 minuto. A fórmula clássica é simples e cai muito em prova: débito cardíaco = frequência cardíaca x volume sistólico. Em outras palavras, não basta o coração bater rápido; ele também precisa expulsar um bom volume de sangue em cada batimento. A frequência cardíaca é o número de batimentos por minuto, e o volume sistólico é o volume ejetado pelo ventrículo a cada contração. Quando você multiplica um pelo outro, chega ao débito cardíaco, que é um dos principais indicadores da eficiência da bomba cardíaca. Por isso, o gabarito está na alternativa D. Ela traz exatamente os dois fatores que determinam o débito cardíaco. Se um deles aumenta, o débito pode subir; se um deles cai, o débito tende a reduzir, desde que o outro não compense. As outras alternativas tentam confundir com termos hemodinâmicos parecidos, como pré-carga e pós-carga, que influenciam o desempenho do coração, mas não formam a fórmula do débito cardíaco. Em fisiologia, a conta básica não muda: frequência cardíaca vezes volume sistólico.