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Enfermagem · FGV · 2022

Questão comentada de Enfermagem

No manejo clínico da infecção pelo SARS-CoV-2, um paciente com síndrome gripal que apresente sintomas como desconforto respiratório, pressão persistente no tórax ou coloração azulada de lábios é classificado como um caso

Gabarito: E

Na classificação clínica da infecção pelo SARS-CoV-2, a ideia central é observar a intensidade dos sinais respiratórios e os sinais de sofrimento sistêmico. Quando o paciente com síndrome gripal passa a apresentar desconforto respiratório, pressão persistente no tórax ou coloração azulada nos lábios, o quadro deixa de ser apenas leve e entra em uma faixa de maior gravidade. Isso indica comprometimento da oxigenação e necessidade de atenção imediata. Esses sinais são típicos de alarme porque mostram que a doença pode estar evoluindo para hipóxia e insuficiência respiratória. Em outras palavras: não é só “uma gripe mais chata”, é um quadro que pede vigilância e, muitas vezes, encaminhamento rápido para avaliação e suporte. O raciocínio clínico aqui é simples: quanto mais evidente o esforço para respirar e a descoloração, maior a gravidade do caso. Por isso, o gabarito é a letra E. Na classificação usada em protocolos de manejo clínico da COVID-19, sintomas como dispneia, desconforto respiratório, dor ou pressão persistente no tórax e cianose de lábios são sinais compatíveis com caso grave. A banca costuma cobrar exatamente essa leitura objetiva dos sinais de gravidade, sem tentar confundir com os quadros leves ou moderados. Na prática, a mensagem é: síndrome gripal + sinais de sofrimento respiratório = acende o alerta. Em prova, sempre pense primeiro nos sinais de alarme antes de sair marcando uma categoria mais tranquila.

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