No manejo clínico da infecção pelo SARS-CoV-2, um paciente com síndrome gripal que apresente sintomas como desconforto respiratório, pressão persistente no tórax ou coloração azulada de lábios é classificado como um caso
- A)leve.
Errada, porque quadro leve não inclui desconforto respiratório nem cianose, que são sinais de gravidade.
- B)brando.
Errada, porque “brando” corresponde a um quadro sem sinais de alarme, o que não acontece aqui.
- C)moderado.
Errada, porque o enunciado descreve sinais de comprometimento respiratório importante, acima de um caso moderado.
- D)crítico.
Errada, porque “crítico” costuma envolver insuficiência respiratória mais avançada e instabilidade importante, não sendo a classificação pedida pelo enunciado.
- E)grave.
Certa, porque desconforto respiratório, pressão persistente no tórax e lábios azulados são sinais clássicos de caso grave na COVID-19.
Gabarito: E
Na classificação clínica da infecção pelo SARS-CoV-2, a ideia central é observar a intensidade dos sinais respiratórios e os sinais de sofrimento sistêmico. Quando o paciente com síndrome gripal passa a apresentar desconforto respiratório, pressão persistente no tórax ou coloração azulada nos lábios, o quadro deixa de ser apenas leve e entra em uma faixa de maior gravidade. Isso indica comprometimento da oxigenação e necessidade de atenção imediata. Esses sinais são típicos de alarme porque mostram que a doença pode estar evoluindo para hipóxia e insuficiência respiratória. Em outras palavras: não é só “uma gripe mais chata”, é um quadro que pede vigilância e, muitas vezes, encaminhamento rápido para avaliação e suporte. O raciocínio clínico aqui é simples: quanto mais evidente o esforço para respirar e a descoloração, maior a gravidade do caso. Por isso, o gabarito é a letra E. Na classificação usada em protocolos de manejo clínico da COVID-19, sintomas como dispneia, desconforto respiratório, dor ou pressão persistente no tórax e cianose de lábios são sinais compatíveis com caso grave. A banca costuma cobrar exatamente essa leitura objetiva dos sinais de gravidade, sem tentar confundir com os quadros leves ou moderados. Na prática, a mensagem é: síndrome gripal + sinais de sofrimento respiratório = acende o alerta. Em prova, sempre pense primeiro nos sinais de alarme antes de sair marcando uma categoria mais tranquila.