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Enfermagem · FGV · 2022

Questão comentada de Enfermagem

O Protocolo para Cirurgia Segura do Ministério da Saúde é baseado na Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica da OMS e visa reduzir a ocorrência de danos ao paciente submetido a procedimentos cirúrgicos, abrangendo toda a equipe envolvida no ato cirúrgico. De acordo com esse protocolo, as seguintes ações são parte da verificação realizada antes da indução anestésica:

Gabarito: D

O Protocolo de Cirurgia Segura do Ministério da Saúde segue a lógica da Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica da OMS, dividida em momentos-chave: antes da indução anestésica, antes da incisão e antes de o paciente sair da sala. A ideia é simples: checar o que pode dar errado antes que o problema apareça. Melhor prevenir do que correr atrás do prejuízo no centro cirúrgico. Na etapa antes da indução anestésica, a equipe confere itens ligados à segurança imediata do paciente e da anestesia. Entram aqui, por exemplo, a identificação, o procedimento, o consentimento, alergias, via aérea, risco de aspiração, risco de perda sanguínea e a verificação do oxímetro de pulso. Esse momento corresponde ao "Sign In" da lista da OMS. Por isso, o gabarito é a letra D. O risco de perda sanguínea deve ser avaliado antes de induzir a anestesia, porque pode mudar toda a preparação da equipe, inclusive reservas de sangue e monitorização. Já a checagem do oxímetro é item clássico dessa fase, pois ele precisa estar instalado e funcionando antes de começar a anestesia. Sem monitorização adequada, a segurança vai embora mais rápido que luva em plantão corrido. Como base doutrinária e normativa, o tema é cobrado conforme o Protocolo para Cirurgia Segura do Ministério da Saúde, alinhado à Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica da OMS. A banca costuma explorar justamente a separação entre as etapas do checklist, misturando itens de momentos diferentes para ver se você sabe onde cada conferência acontece.

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