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Enfermagem · FGV · 2022

Questão comentada de Enfermagem

Quando houver presença de reação adversa grave e o Esquema Básico de tratamento contra a tuberculose pulmonar não puder ser reintroduzido, um Esquema Especial deve ser indicado. Nesse sentido, o esquema recomendado para 2 e 10 meses de tratamento de um paciente que apresentou reação adversa grave à Rifampicina abrange os seguintes fármacos:

Gabarito: D

Na tuberculose pulmonar, o esquema básico costuma ser a combinação com rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol, porque a rifampicina é uma das peças-chave do tratamento. Quando surge reação adversa grave e esse esquema não pode ser reintroduzido, entra o chamado esquema especial, montado para manter eficácia sem usar a droga que causou o problema. Nesse cenário, a lógica é trocar a rifampicina por uma fluoroquinolona, e o esquema descrito para 2 meses e depois 10 meses usa isoniazida, pirazinamida, etambutol e levofloxacino. Ou seja, são 2 meses da fase inicial e mais 10 meses de manutenção, totalizando 12 meses. É o tipo de questão em que a banca testa se você sabe que a rifampicina saiu da jogada, mas o tratamento não pode ficar sem alternativa forte. O gabarito é a letra D porque ela traz exatamente H - Isoniazida, Z - Pirazinamida, E - Etambutol e Lfx - Levofloxacino. As outras opções ou mantêm rifampicina, ou usam drogas que não correspondem a esse esquema especial, ou trazem combinações incompatíveis com a situação clínica descrita. Na prática, vale guardar a ideia central: reação grave à rifampicina não significa parar o tratamento, e sim trocar para um esquema alternativo padronizado. Em prova, isso costuma aparecer como um teste de memória do arranjo dos fármacos e da duração do esquema.

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