Os pacientes com ileostomias e urostomias devem ser orientados a esvaziar as bolsas coletoras sempre que estas atingirem
- A)o total de sua capacidade.
Errada, porque esperar a bolsa encher totalmente aumenta o peso, o risco de vazamento e o descolamento do dispositivo.
- B)1/2 de sua capacidade total.
Errada, pois 1/2 já é uma capacidade alta para manter segurança e conforto na fixação da bolsa.
- C)1/4 de sua capacidade total.
Errada, porque 1/4 é uma margem muito conservadora e não é a orientação-padrão cobrada para esse cuidado.
- D)2/3 de sua capacidade total.
Errada, já que 2/3 representa bolsa muito cheia, favorecendo tração, vazamento e irritação da pele.
- E)1/3 de sua capacidade total.
Certa, porque a orientação de cuidado para ileostomias e urostomias é esvaziar a bolsa quando ela atingir cerca de 1/3 da capacidade.
Gabarito: E
Em ileostomias e urostomias, a orientação prática é não esperar a bolsa ficar muito cheia. Quanto mais volume acumulado, maior o peso sobre o adesivo, mais risco de vazamento, desconforto e até descolamento da bolsa. Por isso, a regra de cuidado cotidiano é esvaziar a bolsa quando ela atingir cerca de 1/3 da sua capacidade. Esse limite ajuda a manter a vedação, protege a pele ao redor do estoma e evita que o conteúdo faça tração excessiva no sistema coletor. Em urostomias, isso é ainda mais importante porque a drenagem é contínua; em ileostomias, o débito costuma ser mais líquido e frequente, então a bolsa enche rápido e exige vigilância. Na prática de enfermagem, essa orientação faz parte do autocuidado e da educação do paciente estomizado. O objetivo é simples: prevenir vazamentos, odor, lesões de pele e constrangimento no dia a dia. É uma daquelas dicas pequenas que fazem uma diferença gigante na qualidade de vida. Assim, o gabarito é a letra E, porque a bolsa coletora deve ser esvaziada quando atingir aproximadamente 1/3 de sua capacidade total, e não quando estiver pela metade ou quase cheia.