O médico prescreveu 20 mg de uma medicação cuja apresentação é ampola de 10 mL – 5mg/mL. Nesse caso, o profissional de enfermagem deverá aspirar
- A)2,0 mL.
Errada, porque 2,0 mL fornecem apenas 10 mg, abaixo da dose prescrita de 20 mg.
- B)3,0 mL.
Errada, porque 3,0 mL correspondem a 15 mg, ainda insuficientes para a prescrição.
- C)2,5 mL.
Errada, porque 2,5 mL equivalem a 12,5 mg, não atingindo a dose solicitada.
- D)4,0 mL.
Certa, porque 4,0 mL de uma solução com 5 mg/mL fornecem exatamente 20 mg.
- E)5,0 mL.
Errada, porque 5,0 mL forneceriam 25 mg, ultrapassando a dose prescrita.
Gabarito: D
Para resolver esse tipo de questão, basta lembrar a regra básica da administração de medicamentos: dose prescrita dividida pela concentração da solução. Aqui, o médico prescreveu 20 mg e a apresentação disponível é 5 mg/mL. Então, você faz 20 ÷ 5 = 4 mL. Simples assim, sem mistério de laboratório cinematográfico. Na prática de enfermagem, esse cálculo é essencial para evitar erro de medicação, que é um dos pontos mais cobrados em prova e também um cuidado central na assistência. A checagem da dose, da concentração e do volume a aspirar faz parte da segurança do paciente e do princípio dos "certos" da administração de medicamentos. A conta fica: 20 mg / (5 mg por mL) = 4 mL. Como cada 1 mL contém 5 mg, para alcançar 20 mg você precisa de 4 mL da solução. Por isso, o gabarito é a alternativa D. Em termos doutrinários e de segurança assistencial, a enfermagem deve conferir cuidadosamente a prescrição e realizar o cálculo correto antes de aspirar e administrar o medicamento. Em prova, a banca costuma cobrar exatamente essa conta direta, sem pegadinha complexa, só o básico bem feito.