Os idosos com 60 anos ou mais que já tenham histórico vacinal da dT (dupla adulto):
- A)devem tomar uma dose de reforço apenas se sofrerem alguma exposição;
Errada, porque o reforço da dT não depende apenas de exposição, já que a manutenção da imunidade é periódica.
- B)necessitam, por serem mais vulneráveis, de uma dose de reforço a cada cinco anos;
Errada, pois o intervalo de reforço não é de 5 anos para rotina; essa periodicidade é associada a outras situações específicas, não ao esquema padrão do idoso.
- C)devem tomar uma dose de reforço da vacina a cada dez anos;
Certa, porque o idoso com histórico vacinal da dT deve receber reforço a cada 10 anos.
- D)já possuem imunidade adequada, não sendo necessário doses de reforço;
Errada, porque a imunidade não é considerada suficiente para sempre, então reforços são necessários ao longo da vida.
- E)devem tomar o esquema completo a cada dez anos.
Errada, porque não se reinicia o esquema completo a cada 10 anos; faz-se reforço conforme o intervalo recomendado.
Gabarito: C
A vacina dT protege contra difteria e tétano e é usada como reforço ao longo da vida. Em idosos, se a pessoa já tem histórico vacinal da dT, a regra é manter o reforço periódico para preservar a proteção contra essas doenças, porque a imunidade vai caindo com o tempo e o tétano, em especial, continua sendo um risco relevante. A lógica é simples: quem já completou o esquema básico não precisa recomeçar tudo, mas também não pode “abandonar” a vacina como se a proteção fosse eterna. O reforço serve justamente para reativar a defesa do organismo. Por isso, o gabarito está na alternativa C: o reforço da vacina dT deve ser feito a cada 10 anos. Essa orientação é compatível com as recomendações do Programa Nacional de Imunizações, que mantêm a revacinação decenal para adultos e idosos com esquema prévio. Em prova, a banca costuma misturar duas ideias: reforço por exposição e reforço por tempo. Aqui, a regra é por tempo, e o intervalo correto é de 10 anos, não 5 nem apenas em situações de risco.