Após ser retirado do doador, o rim deve ser enxertado no receptor em até
- A)8 horas.
Errada, porque 8 horas é um prazo curto demais para o rim após a retirada do doador.
- B)10 horas.
Errada, porque 10 horas ainda não corresponde ao limite usual cobrado para enxertia do rim.
- C)12 horas.
Errada, porque 12 horas é inferior ao tempo máximo tradicionalmente aceito para o transplante renal.
- D)18 horas.
Errada, porque 18 horas ainda não é o prazo máximo considerado para esse procedimento.
- E)24 horas.
Certa, porque o rim pode ser enxertado no receptor em até 24 horas após a retirada do doador.
Gabarito: E
No transplante renal, o relógio começa a correr assim que o rim é retirado do doador. Esse período de preservação fora do corpo é chamado de tempo de isquemia fria, e ele precisa ser curto para reduzir lesão do órgão e melhorar a chance de enxertia funcionar bem. Na prática, quanto menor o tempo, melhor para o rim, que não gosta nem um pouco de ficar "de férias" fora do organismo. Para fins de prova, a referência cobrada é que o rim deve ser enxertado no receptor em até 24 horas após a retirada do doador. Isso está de acordo com o entendimento técnico usado em transplantes renais, em que o órgão pode ser preservado por algumas horas em solução específica sob refrigeração, mas sem ultrapassar esse limite usual cobrado em concursos. Então, o gabarito está correto porque 24 horas é o prazo máximo tradicionalmente aceito para o enxerto renal após a captação. Passou disso, cresce o risco de perda de viabilidade do órgão e de pior desempenho do transplante. Em prova, a banca gosta de testar esse detalhe com números próximos, então vale guardar o prazo como se fosse senha de plantão.