No atendimento a uma parada cardiorrespiratória em um adulto, é necessário o uso de amiodarona. Devem ser aplicados na primeira e na segunda dose, respectivamente,
- A)200 mg e 100 mg.
Errada, porque 200 mg e 100 mg não correspondem ao esquema recomendado de amiodarona na PCR do adulto.
- B)150 mg e 300 mg.
Errada, porque as doses estão invertidas e não seguem a posologia padrão usada na reanimação.
- C)300 mg e 150 mg.
Certa, pois a primeira dose é 300 mg e a segunda dose é 150 mg na parada cardiorrespiratória do adulto.
- D)100 mg e 200 mg.
Errada, porque 100 mg e 200 mg não são as doses indicadas no protocolo de amiodarona para PCR.
- E)250 mg e 500 mg.
Errada, porque 250 mg e 500 mg fogem completamente da dose prevista nas diretrizes de reanimação.
Gabarito: C
Na parada cardiorrespiratória do adulto, a amiodarona entra como antiarrítmico de resgate, especialmente nos ritmos chocáveis que persistem após desfibrilação e RCP. A ideia é simples: quando o coração insiste em ficar em fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso, você tenta estabilizar o ritmo para aumentar a chance de retorno da circulação espontânea. Pelo protocolo de reanimação, a primeira dose de amiodarona é de 300 mg em bolus IV/IO. Se o ritmo persiste, a segunda dose é de 150 mg. Isso é o que mais cai em prova, porque a banca adora trocar as doses para ver se você memorizou a sequência ou só decorou o nome do remédio. Então, a alternativa C está correta porque traz exatamente a ordem recomendada: 300 mg na primeira dose e 150 mg na segunda. Esse esquema é o padrão ensinado em diretrizes de suporte avançado de vida em cardiologia, como as recomendações da American Heart Association usadas amplamente na prática e em concursos. Resumo de bolso: na PCR com ritmo chocável, pense em desfibrilação, RCP de गुणवत्ता e antiarrítmico com a dose certa. Aqui, a armadilha é justamente inverter os números ou tentar usar doses de contexto diferente, como se fosse atendimento comum e não parada.