Na realização do exame físico torácico de um paciente, recomenda-se que seja obedecida a seguinte ordem:
- A)ausculta, percussão, inspeção e palpação.
Errada, porque coloca a ausculta antes da inspeção e da palpação, invertendo a ordem clássica do exame físico torácico.
- B)inspeção, palpação, percussão e ausculta.
Certa, porque segue a sequência correta do exame torácico: inspeção, palpação, percussão e ausculta.
- C)percussão, ausculta, palpação e inspeção.
Errada, pois começa pela percussão e ainda desloca a ausculta para antes da palpação, fugindo da sequência padronizada.
- D)palpação, inspeção, ausculta e percussão.
Errada, porque inicia pela palpação e deixa a inspeção no meio, o que não corresponde à ordem recomendada do exame físico.
Gabarito: B
No exame físico torácico, a ordem clássica do exame respiratório é: inspeção, palpação, percussão e ausculta. Isso ajuda você a observar primeiro o que é visível, depois o que pode ser sentido, em seguida o que pode ser percutido e, por último, o que deve ser auscultado. Parece detalhe de prova, mas em semiologia essa sequência importa bastante, porque evita interferir nos sons respiratórios antes da hora. A lógica é simples: se você percutir ou palpar demais antes da ausculta, pode alterar ruídos que deveriam ser avaliados em estado mais natural. Por isso, a ausculta fica por último. Em enfermagem, essa organização faz parte da propedêutica do exame físico e é compatível com a sistematização da assistência, que exige coleta de dados organizada e técnica. Então, o gabarito B está correto porque traz exatamente a sequência padronizada do exame torácico: inspeção, palpação, percussão e ausculta. É o tipo de ordem que a banca gosta de cobrar de forma direta, sem firula, para testar se você domina a base do exame físico. Em resumo: primeiro olha, depois toca, depois percuti, e só então escuta. O tórax gosta de ser avaliado com método, não com improviso.