Conforme dimensionamento recomendado pelo COFEN, uma unidade de saúde que presta assistência classificada como cuidados mínimos, deve manter, nos diferentes turnos de trabalho, a proporção de 1 profissional de enfermagem para cada:
- A)3 pacientes;
Errada, porque 1 para 3 corresponde a uma proporção mais exigente do que a prevista para cuidados mínimos.
- B)4 pacientes;
Errada, porque 1 para 4 ainda não é a razão estabelecida pelo COFEN para cuidados mínimos.
- C)6 pacientes;
Certa, porque o dimensionamento recomendado para cuidados mínimos é de 1 profissional de enfermagem para cada 6 pacientes.
- D)8 pacientes;
Errada, porque 1 para 8 é uma proporção mais folgada do que a prevista na norma para esse nível de assistência.
- E)10 pacientes.
Errada, porque 1 para 10 é muito abaixo da relação indicada pelo COFEN para cuidados mínimos.
Gabarito: C
Quando o COFEN fala em dimensionamento de pessoal de enfermagem, ele está tentando evitar duas tragédias clássicas: equipe pequena demais e paciente demais para cada profissional. A lógica é simples: quanto maior a complexidade da assistência, menor deve ser a quantidade de pacientes por profissional de enfermagem. Nos cuidados mínimos, a referência é de 1 profissional de enfermagem para cada 6 pacientes, nos diferentes turnos de trabalho. Esse parâmetro aparece na Resolução COFEN nº 543/2017, que atualiza as regras de dimensionamento e organiza a assistência por categoria de cuidado. Na prática da prova, a banca costuma cobrar a associação entre o grau de cuidado e a razão profissional/paciente. Como o enunciado diz expressamente "cuidados mínimos", a conta não tem mistério: 1 para 6. Por isso, o gabarito é a alternativa C. As demais opções aumentam ou reduzem essa proporção sem respeitar o parâmetro normativo do COFEN, então fogem do padrão correto para essa classificação de assistência.